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                 Notícias Importantes


Preço do diesel cai na maioria das regiões brasileiras em junho (Mundo Logística 19/06)
De acordo com a última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), o preço médio do litro do diesel comum foi encontrado a R$ 5,97 e o S-10 a R$ 6,07 no fechamento da primeira quinzena de junho, ambos com redução de 0,33% em relação ao consolidado de maio.
Segundo o diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil, Douglas Pina, poderá haver um aumento no preço do diesel nos próximos dias com a restrição de créditos de PIS e Cofins — válida a partir de junho —, refletindo no preço repassado aos caminhoneiros.
No recorte regional, apenas o Sudeste registrou aumento de 0,17%, comparado com maio, no preço do diesel comum, que fechou o período a R$ 5,91. As demais regiões apresentaram redução para os dois tipos e as mais expressivas foram identificadas no Nordeste, onde o comum foi encontrado a R$ 5,97, com recuo de 1,81% e o S-10 a R$ 6,05 após ficar 0,98% mais barato.
As médias mais altas foram registradas nos postos de abastecimento da região Norte, a R$ 6,57 o comum e R$ 6,44 o S-10. Já o Sul comercializou o litro dos dois tipos pelo menor preço médio, a R$ 5,84 o comum e R$ 5,88 o S-10.
Entre os estados, o Amapá apresentou as médias mais caras para os dois tipos de diesel, com o comum a R$ 7,24 e o S-10 a R$ 7,33. O  aumento mais significativo para o comum, de 1,72%, em relação ao mês anterior, foi identificado no Piauí, onde a média fechou a R$ 5,93. Já o Rio Grande do Norte registrou a maior alta para o S-10, de 1%, que fechou a R$ 6,09.
A redução mais expressiva para o diesel comum, de 2,56%, foi identificada no Tocantins, onde o litro fechou a R$ 5,71, menor média entre os estados. No Paraná foi encontrado o diesel S-10 a R$ 5,84, o mais barato do País, e no Amazonas a maior redução de todo o território nacional, de 3,12%, onde o litro fechou a R$ 6,21.




Número de roubo de cargas no 1º trimestre é o menor no Brasil desde 2021 (Mundo Logística 14/06)
De janeiro a março deste ano, o centro de inteligência da Overhaul registrou 3,6 mil roubos de cargas — o que representa uma média de 1,2 mil casos por mês. Das ocorrências totais, 93,8% foram violentas. Apesar de os números permanecerem altos, o estudo indica que este é o menor registro de roubos de cargas no primeiro trimestre no país desde 2021, quando atingiu 4,1 mil ocorrências — em 2022, foram 4,1 mil, sendo o recorde em 2023, com 4,5 mil.
O relatório da Overhaul aponta ainda que aproximadamente 23% dos roubos ocorridos em todo o país no primeiro trimestre de 2024 tiveram como alvo o transporte de mercadorias compradas em lojas virtuais. 
“Essa estatística mostra como o aumento das compras pela internet no Brasil consequentemente aumentou a exposição das cargas nas operações de transferência e distribuição”, explicou o gerente de Inteligência da Overhaul Brasil, Reginaldo Catarino.
De acordo com os dados, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, registraram aumento nas ocorrências. As notificações nos três estados correspondem a 86% do total do país. 
“Na comparação entre 2023 e o primeiro trimestre de 2024, a porcentagem de casos se manteve estável em São Paulo, em 44%. Já no Rio de Janeiro, subiu de 27% para 35%, e em Minas Gerais de 4% para 7%. Enquanto a região sudeste impulsionou os números e tiveram crescimento de eventos, as demais partes do país tiveram queda, contribuindo para a porcentagem geral do país”, disse o gerente de Inteligência.
A maioria das ações (59%) é realizada em ruas das cidades, 38% em rodovias e 3% em armazéns e centros de distribuição. Os dias e horários preferidos são às terças, quartas e quintas-feiras, entre 6h e 18h.
                                                                                      PRODUTOS MAIS ROUBADOS
Caminhões com produtos diversos como alimentos e bebidas, tabaco e peças de veículos estão na lista de carregamentos mais roubados. No topo da lista de cargas mais visadas pelas quadrilhas que atuam no Brasil, segundo o relatório da Overhaul, estão os caminhões com carregamentos diversos, ou cargas “miscelâneas”, com 44% das ocorrências. 
Em seguida, estão as cargas agrícolas, como sementes e agrotóxicos (12%); eletroeletrônicos (11%); tabaco e alimentos e bebidas (7%); veículos e autopeças (6%); e bebidas alcoólicas (3%).
“A escolha dos criminosos por alguns itens está ligada à facilidade de abordagem e comercialização das mercadorias junto aos receptadores de cargas roubadas”, destacou Catarino.
                                                                                           METODOLOGIA DA PESQUISA
O departamento de inteligência da Overhaul faz o acompanhamento diário de casos registrados em diversos países, incluindo o Brasil. A empresa compara as informações oficiais divulgadas pelos órgãos oficiais como Secretarias de Segurança e Polícias Rodoviárias dos 26 estados e do Distrito Federal com dados de empresas de segurança, transportes e tecnologia de inteligência de dados.




Canal do Panamá antecipa passagem de navios de maior calado (Exame 31/05)
O Canal do Panamá antecipou em duas semanas a autorização de trânsito para navios de maior calado, graças às chuvas, que aumentaram o volume de água disponível na via, anunciou nesta quinta-feira (30/05) a administração do local.
A Autoridade do Canal do Panamá também aumentará de 31 para 32 o trânsito de embarcações a partir do próximo sábado. “O calado autorizado para navios que transitarem pelas eclusas neopanamax será de 13,71 metros", informou a Autoridade.
A via panamenha funciona com água doce dos lagos Gatún (450 km²) e Alhajuela (50 km²), afetados por uma seca derivada do fenômeno climático El Niño. Segundo comunicado oficial, os reservatórios de Gatún e Alhajuela amanheceram no último dia 26 pela primeira vez no ano acima do nível registrado na mesma data em 2023.
Devido à escassez de água, o Canal do Panamá passou a aplicar restrições ao trânsito e calado dos navios. Os principais usuários da via, por onde passa 6% do comércio marítimo mundial, são Estados Unidos, China e Japão.

 

Mercado de empilhadeiras elétricas ultrapassará US$ 152,30 bilhões até 2030 (Carta de Logística 27/05)
Impulsionado pela busca por soluções mais sustentáveis e eficientes para a movimentação de cargas em diversos setores da indústria, o uso de empilhadeiras elétricas tem apresentado um crescimento significativo nos últimos anos. De acordo com relatório SNS Insider, o mercado de empilhadeiras elétricas  deverá atingir um tamanho de 152,30 bilhões de dólares até 2030, com uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 13,1%.
Um dos principais impulsionadores desse aumento é a crescente conscientização e compromisso com a sustentabilidade ambiental e a redução da emissão de gases de efeito estufa. As empresas estão cada vez mais conscientes da importância de adotar práticas sustentáveis em suas operações, e a utilização de empilhadeiras elétricas está se tornando uma ação eficaz de contribuir para esse objetivo.
“Uma das principais vantagens das empilhadeiras elétricas é a redução significativa na emissão de gases poluentes. Enquanto as empilhadeiras a diesel ou gás liberam uma grande quantidade de dióxido de carbono e outros poluentes atmosféricos, as elétricas funcionam com energia limpa e renovável, contribuindo para a preservação do meio ambiente e para a saúde das pessoas que trabalham em ambientes fechados”, explica Silene Medeiros, CEO da Netmak.
Desempenhando um papel fundamental no funcionamento eficiente desses equipamentos, as baterias das empilhadeiras elétricas são essenciais e também estão se destacando no mercado. De acordo com dados do Allied Market Research, o mercado global de baterias para empilhadeiras deve alcançar 11,2 bilhões de dólares até 2032, exibindo uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de 6,5%. Neste cenário, o destaque será das baterias de íons de lítio, pois usam 40% menos energia do que as de chumbo-ácido. “Quando comparadas com baterias de chumbo-ácido, as de íons de lítio têm uma taxa de descarga mais constante, o que significa que a empilhadeira mantém um desempenho mais consistente ao longo do tempo. Isso resulta em uma maior autonomia de operação e menos tempo de inatividade para recarga, aumentando a produtividade da frota de empilhadeiras”, revela Medeiros.
Além da questão ambiental, as empilhadeiras elétricas também oferecem benefícios econômicos para as empresas. Apesar do investimento inicial ser um pouco mais alto, a longo prazo, as empilhadeiras elétricas são mais econômicas devido ao menor custo de manutenção e a redução do consumo de energia. “Com o avanço da tecnologia, as empilhadeiras elétricas estão se tornando cada vez mais eficientes e versáteis. Novos modelos estão sendo desenvolvidos para atender às demandas específicas de diferentes setores, como logística, indústria automotiva, varejo e agronegócio”, comenta a empresária.
Atuante no mercado de empilhadeiras há 20 anos, Silene é CEO da Netmak, maior e-commerce de empilhadeiras do Brasil. A empresa lançou em 2023, sua linha própria de empilhadeiras elétricas abastecidas com baterias de lítio, a NTK. “As empilhadeiras movidas a diesel e gás ainda são bastante utilizadas, mas as elétricas estão cada vez mais no radar. Não podemos ficar para trás, por isso, nossa linha de produtos elétricos, de alta qualidade e resistência, tem como objetivo atender às novas demandas do mercado”, finaliza Medeiros.
Sem a emissão de gases poluentes, a NTK E2550 pode trabalhar em ambientes internos sem apresentar riscos às pessoas ou às mercadorias. Com torre triplex, capacidade de carga de 2,5 toneladas e elevação de 5 metros, a E2550  é a  empilhadeira elétrica de maior capacidade energética da categoria, com autonomia de até 8 horas, sem paralisações. A expectativa da Netmak é chegar à marca de 30 milhões de faturamento até o final do ano com a venda das empilhadeiras elétricas.





Azul dobra a oferta de voos para Canoas (Carta de Logística 23/05)
A Azul vai dobrar a oferta de voos tendo como destino ou origem a base aérea de Canoas, no Rio Grande do Sul. A companhia colocou à venda nesta quinta (23.5.2024) uma segunda ligação diária entre a cidade do Rio Grande do Sul e o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Com a adição, a empresa passa a ofertar dois voos diários, totalizando 28 voos semanais, que serão iniciados a partir de 1º de junho e operados por jatos Embraer 195-E1.
Os voos para Canoas decolam do aeroporto de Viracopos às 08h15 e 13h55, com chegada prevista às 10h e 15h40, respectivamente. Os voos de retorno partirão da base aérea às 11h25 e 17h, com chegada em Campinas às 13h10 e 18h45, respectivamente.
A companhia já havia reforçado suas operações com voos extras para aeroportos alternativos no estado, incluindo Pelotas, Santa Maria, Santo Ângelo e Uruguaiana, com saídas de Viracopos e Curitiba.
Além de ajustar sua malha aérea, a Azul tem desempenhado um papel crucial na ajuda humanitária ao Rio Grande do Sul. Desde o início das operações de auxílio, a companhia arrecadou e transportou mais de 2.600 toneladas de doações. Deste total, mais de 2.000 toneladas já foram enviadas por meio de sua malha aérea, rodovias e pelo mar, com apoio de parceiros e da Marinha do Brasil. A companhia continuará a enviar donativos nos compartimentos de carga das aeronaves nos novos voos para Canoas.
 Para dar continuidade ao suporte às comunidades afetadas, a Azul criou um Fundo Social Humanitário para prestar apoio às pessoas impactadas pela tragédia climática no Rio Grande do Sul e para futuras crises. As doações podem ser feitas via transação bancária (Banco Itaú, Ag. 0910, C/C 0099704-8, Associação Voar, CNPJ 35094152/0001-85).
Com a suspensão das atividades no Aeroporto Internacional Salgado Filho, a Azul anunciou 110 operações extras para junho de 2024, realocando aeronaves para novas rotas no Brasil. “Nossa malha aérea robusta e versátil permite responder rapidamente a situações adversas, garantindo a continuidade dos serviços em diversos aeroportos espalhados pelo país,” acrescentou Fábio Campos.






Logística travada gera falta de insumo no RS e atrasa indústria que tenta operar (Jornal do Comércio 20/05)

O desastre das enchentes segue provocando gargalos logísticos no Rio Grande do Sul.
Indústrias que tentam operar sofrem com a falta de parte dos insumos e registram atrasos na entrega de pedidos, dizem lideranças empresariais ouvidas pela Folha.
As fortes chuvas bloquearam rodovias, arrancaram pontes e inundaram o aeroporto Salgado Filho, que foi fechado para pousos e decolagens em Porto Alegre.
Tudo isso dificulta a chegada e a saída de mercadorias das fábricas que não estão alagadas e que buscam manter as operações.
"Tem algumas coisas que já começaram a faltar", diz Claudio Bier, presidente do Simers (Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul), ao tratar das dificuldades no abastecimento de insumos.
Segundo ele, o maior gargalo logístico para o setor no momento é o bloqueio de estradas, embora o fechamento do aeroporto também atrapalhe, já que uma parcela das matérias-primas é transportada por aviões.
De acordo com o empresário, o Rio Grande do Sul responde por cerca de 65% da produção nacional de máquinas e implementos agrícolas.
"Temos indústrias espalhadas no estado inteiro. Em algumas zonas, a enchente não foi tão violenta como na Grande Porto Alegre e nos vales do [rio] Caí, do Taquari e do Jacuí", afirma.
"Há empresas que ficaram debaixo d'água e empresas que não estão debaixo d'água, mas os funcionários não conseguem chegar. O terceiro problema, que está afetando quase todas, é a logística", completa.
Os impactos da crise também atingem a indústria elétrica e eletrônica. "É uma situação bem complicada, tanto para importação quanto para exportação", aponta Regis Haubert, diretor regional da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) no Rio Grande do Sul.
O setor depende bastante do transporte aéreo e marítimo para obter insumos, já que cerca de 80% dos componentes eletrônicos são importados, principalmente da Ásia, diz o empresário.
"Algumas empresas já estão com o atendimento a clientes atrasado. Como o caos da enchente atingiu muitas cidades, muitas empresas estão operando com 50%, 60%, 70% da capacidade."
"Isso implica diretamente na produção e na capacidade de pedidos e contratos. É uma somatória de fatores que vai complicando cada vez mais as indústrias em geral no estado", acrescenta.
Com o fechamento do Salgado Filho, companhias do setor elétrico e eletrônico buscam alternativas para driblar as dificuldades. Uma saída é recorrer a importações via transporte aéreo até o aeroporto de Guarulhos (SP), segundo Haubert.
Em seguida, as cargas são levadas em caminhões até o Rio Grande do Sul, diz o empresário. "De certa forma, a gente está conseguindo suprir [a demanda] com alguns atrasos inerentes à logística."
Outra indústria com relevância no estado é a de móveis. A Movergs (Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul) afirma que a maioria do setor trabalha com estoque de matérias-primas. Apesar disso, vê possibilidade de "ruptura na produção" por falta de alguns itens no prazo de 15 a 20 dias.
"Em geral, empresas que possuem centro de distribuição em outros estados mantiveram seu faturamento e entrega", declara a entidade em nota assinada pelo presidente Euclides Longhi.
"As centradas no Rio Grande do Sul estão buscando rotas alternativas para escoar a produção e já conseguem realizar entregas em São Paulo -mesmo que os prazos possam ser um pouco mais longos."
A Movergs diz que ainda está realizando um levantamento sobre os efeitos da crise. Com sede no Rio Grande do Sul, a Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados) também está produzindo uma pesquisa sobre o tema.
"Sabemos que o impacto é muito forte na cadeia produtiva, mas será somente com a pesquisa que poderemos ter noção exata do número de fábricas e trabalhadores atingidos pelas enchentes", afirma o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, em nota.
Segundo a entidade, o Rio Grande do Sul é o maior exportador e o segundo maior produtor de calçados do país. O estado tem em torno de 1.800 empresas, que empregam diretamente cerca de 85 mil pessoas.
A Abicalçados também participa de um movimento recém-lançado, o Próximos Passos RS. A iniciativa busca reconstruir o ecossistema de couro e calçados no estado.
A Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) declara em nota que não vê risco iminente de desabastecimento no Rio Grande do Sul.
A entidade, porém, reconhece que as condições climáticas têm afetado as operações logísticas. Ainda de acordo com Abia, isso poderá impactar tanto a população local quanto os demais estados que recebem produtos gaúchos.
Além do destaque na produção de arroz, o Rio Grande do Sul também tem relevância no abastecimento de proteínas animais (carnes), laticínios, óleos e gorduras vegetais, chocolates, moagem de trigo, suco de uva e frutas de clima temperado, sinaliza a associação.





Após chuvas no RS, empresas estimam atrasos nas entregas e cancelamentos de pedidos (CNN 13/05)
As chuvas no Rio Grande do Sul afetaram a logística do estado com danos em rodovias que acabaram isolando municípios gaúchos. A CNN entrou em contato com marketplaces e empresas com pontos de distribuição na região para entender o impacto das chuvas nas entregas. Em geral, as empresas têm buscado caminhos para driblar o problema e manter as entregas em curso. Porém, algumas delas estimam atraso e cancelamento dos pedidos.
Empresas com empreendimentos no local, a Amazon e a JBL – fabricante norte-americana de eletrônicos de áudio – se viram forçadas a paralisar a operação de um centro de distribuição e de uma fábrica, respectivamente.
Em nota, a Harman, empresa da Samsung e detentora da JBL, informa que a retomada de suas operações “dependem da evolução da liberação das vias logísticas na região metropolitana de Porto Alegre”.
Desde o agravamento das chuvas, em 29 de abril, o pior momento da crise foi quando 170 pontos de bloqueios foram registrados em 79 rodovias de 97 municípios do Rio Grande do Sul. Segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (10) pelo governo estadual, haviam 73 trechos com bloqueios totais e parciais em 43 rodovias.
Com a paralisação, a Amazon estima atrasos nas entregas de pedidos para todo o RS. Já a JBL informa em seu site que pedidos de todo o Brasil podem sofrer atrasos devido o impacto das chuvas. À CNN, Luciano Sasso, vice-presidente de marketing e vendas à América do Sul da Harman, disse que alguns pedidos podem chegar a ser cancelados.
“A empresa reafirma seu compromisso de oferecer todo o suporte necessário aos clientes, reforçando a política de reembolso aos envios que tiveram que ser cancelados. Além disso, [a Harman] disponibilizou um link para que os consumidores possam entrar em contato e tirar dúvidas e suporte aos clientes”, disse o VP de marketing e vendas.
Sasso diz que a empresa mantém contato com clientes atualizando-os sobre a situação de seus pedidos.
Já o Mercado Livre teve de paralisar suas operações de transportes nas cidades de Porto Alegre, Pelotas, Santa Maria e Sapucaia do Sul.
“As vendas foram provisoriamente bloqueadas na região e o Mercado Livre informa que não irá penalizar a reputação dos vendedores até que as operações sejam 100% normalizadas. A empresa está trabalhando para voltar às operações nessas cidades o quanto antes”, disse a empresa em nota.
Os Correios afirmam que cerca de 30% da carga está sendo entregue. A companhia diz estar adotando “medidas contingenciais para manter a prestação dos serviços”.
Apesar das chuvas terem afetado cerca de 88% dos municípios gaúchos, 84% das agências dos Correios no RS estão abertas (cerca de 400 unidades).
“Nas agências que estão operando, todos os serviços estão disponíveis, com exceção dos serviços de entrega com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12 e Sedex Hoje)”, informou a empresa em nota.
Há um consenso entre as empresas. Todas reforçaram que no momento a prioridade é garantir a segurança de seus colaboradores.
Os Correios e Amazon também estão utilizando suas respectivas infraestruturas logísticas para coletar doações e recursos para apoiar a população afetada.






Apenas em quatro meses, volume total de entrega expressa na China ultrapassa 50 bilhões de pacotes (news.cctv.com 02/05)

De acordo com dados monitorados pela Administração Postal Nacional da China, até 29 de abril, o volume de entrega expressa na China já ultrapassou 50 bilhões de pacotes, o que representa um avanço de 32 dias em relação ao volume do mesmo período de 2023.
Atualmente, mais de 100 milhões de pacotes de entrega expressa estão circulando diariamente em áreas rurais do país. Desde o início deste ano, o volume de negócios nas regiões central e oeste da China tem aumentado rapidamente, tornando-se uma força importante para impulsionar o desenvolvimento do setor.
Neste ano, com a implementação gradual de planos de melhoria de serviços pelas empresas de entrega expressa em conjunto com plataformas de comércio eletrônico na região de Xinjiang, no noroeste da China, o volume médio diário de entregas em Xinjiang aumentou em quase um milhão de itens.
Atualmente, a modernização dos grandes centros de distribuição de entrega expressa está acelerando, com a rápida aplicação de armazéns automatizados, veículos sem motorista, drones, entre outros.



Em 27/06 acontece mais um curso aberto de PDM/PDS do IMAM (Vitrine 02/05)
No dia 27 de junho o IMAM realizará mais um curso aberto de PDM/PDS - Padrão de Descrição de Materiais/Serviços.
 "O curso é a chance para profissionais que desejam conhecer e aprender o assunto por todos os aspectos, que envolvem o PDM/PDS", comentou Marcos Valle Verlangieri, instrutor do curso e consultor especialista do IMAM.
"É um curso importante não só para para os profissionais de cadastro de materiais, como também de Compras, Gestão de Estoques/Administração de Materiais,  Controladoria/Fiscal, Engenharia, Almoxarifado e para quem quer aprender sobre uma área mais recente de Materiais, onde o mercado busca profissionais", completou Verlangieri.
Mais detalhes sobre este curso aberto de PDM/PDS, valores e inscrição poderão ser solicitados diretamente ao IMAM, pelo tel. (11) 5575 1400 ou pelo email imam@imam.com.br .




Log vende ativos, arruma a casa e vê lucro saltar 90% no 1º tri (Exame.com 26/04)
Depois de ver sua alavancagem saltar, a Log Commercial Properties, empresa de construção e gestão de galpões logísticos da família Menin, começou a arrumar a casa: fez recorde de venda de ativos e reduziu significativamente os investimentos. No primeiro trimestre deste ano, a alavancagem chegou a 2,61x contra a 2,79x do mesmo período do ano passado.
O indicador no entanto já está bem mais baixo, a 0,81x, graças ao movimento mais recente de reciclagem de ativos em 19 de abril, com as vendas dos ativos LOG Betim e LOG Salvador por pouco mais de R$ 500 milhões. Mais do que reduzir a alavancagem, a entrada desses novos recursos no caixa é o que vai financiar novos investimentos, estimados em R$ 900 milhões em 2024.
A venda de ativos , que somou R$ 1,7 bilhão em 12 meses, tem impacto inicial na receita. Foi o que se viu na primeira linha do balanço, com uma queda de 19% na receita líquida, para R$ . A receita da companhia vem da locação dos galpões. Se há menos ativos no portfólio, a receita cai.
No entanto, a reciclagem de ativos e o trabalho de deixar a operação mais ajustada ajudou o lucro da companhia saltar 90%, para R$ 55,3 milhões.  "Tem impacto inicial na receita, mas ajuda a ter novos negócios", diz Sérgio Fischer, CEO da Log. Apesar da queda de receita, a empresa encerrou o período com uma vacância de apenas 0,91%.
Em 2024, a Log que entregar 500 mil metros de área bruta locável (ABL), um recorde histórico e um quarto do que projeta todo o setor para o ano. A ambição grandiosa faz parte do plano anunciado no fim do ano pela companhia de entregar 2 milhões de metros quadrados de ABL em quatro anos.
"Há muita demanda ainda a ser entregue em todo o país. A demanda por galpões está perto do consumo não da Faria Lima. Tem cidades grandes com parque logístico ainda muito ruim", diz. Estudos do setor apotam que apenas 30% de todo o parque de galpões logísticos do país são de melhor qualidade.
A empresa mapeou 22 cidades -- de todas as regiões do país -- com mais de 1 milhão de habitantes e onde há demanda latente por galpões logísticos.
A venda mais recente de ativos reforçou para a empresa a percepção de uma demanda aquecida dos fundos imobiliários logísticos. À medida que a Selic vem caindo e se aproxima do dividend yield dos fundos (que ficou entre 8% e 9% no último ano), a necessidade de reposição de portfólio cresce. "Está cada vez mais aberto o mercado para novas captações e compras de novos ativos. Estamos sentindo isso na pele. E isso tem se refletido no preço das compras", diz.
Na transação dos ativos dos galpões de Betim e Salvador, acompanhia vendeu 138 mil metros quadrados de ABL a R$ 509,7 milhões a um fundo imobiliário gerido pelo BTG Pactual (do mesmo grupo de controle da EXAME), alcançando uma margem bruta de 40,9%. "Para cada metro quadrado vendido, conseguimos construir 1,5 metro quadrado", completa Fischer.


Governo de SP libera retomada de obras do trecho norte do Rodoanel nesta quinta (Vitrine 25/04)
O Governo de São Paulo libera a retomada de obras do trecho norte do Rodoanel Mario Covas (SP-021) nesta quinta-feira (25), em uma nova etapa de modernização viário da capital e Grande São Paulo. Com seis meses de antecedência em relação ao prazo contratual da Via Appia e investimento estimado em R$ 3,4 bilhões, as obras devem gerar mais de 10 mil empregos até a conclusão.
A conclusão do Rodoanel é uma obra aguardada há mais de uma década e foi viabilizada em março de 2023, quando o governador Tarcísio de Freitas bateu o martelo no leilão de concessão vencido pela Via Appia – por meio da concessionária Via SP Serra, o grupo será responsável por concluir as obras e pela operação e manutenção do trecho norte por 31 anos.
Para garantir a agilidade e a eficiência do sistema viário, as obras foram estrategicamente divididas em dois trechos: o primeiro entre as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias, com previsão de entrega para setembro de 2025; e o segundo da Fernão Dias até a Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, na capital, com conclusão até setembro de 2026.
Na etapa atual, as obras começam pelo primeiro trecho com a limpeza da faixa de domínio, drenagem, terraplenagem, pavimentação e abertura de acessos, além da construção e complementação de quatro viadutos que interligam a Dutra ao início do trecho norte do Rodoanel. Os serviços fazem parte do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo e são fiscalizadas pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).
Com 44 km de extensão, o Rodoanel Norte vai ligar a capital aos municípios de Guarulhos. O trecho vai concluir o principal anel viário da Grande São Paulo, interligando importantes rodovias e reduzindo substancialmente os congestionamentos e o tráfego de veículos pesados nas marginais Tietê e Pinheiros.
O Rodoanel Norte também vai melhorar a infraestrutura viária e logística na Grande São Paulo, reduzindo o tempo das viagens e a poluição atmosférica e sonora. O novo trecho também vai facilitar o acesso ao Porto de Santos, ampliando a capacidade de escoamento das exportações e importações nacionais.





Lote Litoral: Mogi-Bertioga terá 6 km de duplicações, 3ª faixa e rampas de escape (Vitrine 23/04)
A concessão do Lote Litoral de rodovias vai possibilitar a melhoria no tráfego e o aumento da segurança na rodovia Mogi-Bertioga, com instalação de pistas duplas, terceiras faixas e rampas de escape. Os acessos a Mogi das Cruzes também serão facilitados por meio da construção de conexões em desnível.
O consórcio Novo Litoral, liderado pela Companhia Brasileira de Infraestrutura (CBI), venceu o leilão internacional realizado no dia 16, na sede da B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. O grupo propôs desconto de 10,17% sobre a contraprestação pública máxima de R$ 199 milhões por ano a ser paga pelo Estado.
Com um prazo de 30 anos, a concessão de 213 quilômetros de vias prevê investimentos de R$ 4,3 bilhões para a realização de intervenções estruturais e melhorias nas rodovias SP-055 (Rodovia Padre Manuel da Nóbrega), SP-088 (Mogi-Dutra) e SP-098 (Mogi-Bertioga).
Ao todo, o trecho Mogi-Bertioga contará com 6,2 km de pista dupla e outros 10 km de terceiras faixas. Também serão recuperadas quatro marginais e 47 km de acostamentos serão construídos, além de três novas passarelas para a passagem de pedestres.
“No início de Mogi, o trecho que hoje é em multivias será transformado em um trecho duplicado. Também haverá implantação de uma 3ª faixa nos locais de pista simples até o início da serra. Na serra, haverá implantação de acostamentos e também três rampas de escape para veículos pesados”, explica a diretora econômico financeira da Companhia Paulista de Parcerias, Raquel França Carneiro.
As rampas de escape são prolongamentos da estrada compostos por areia, cascalho e pedregulhos que reduzem a velocidade de veículos pesados em descidas acentuadas em casos de perda de freio, por exemplo. A medida gera mais segurança na descida de serra, evitando acidentes.
                                                                                                     Arujá-Mogi
A ligação entre as cidades de Arujá e Mogi das Cruzes terá 2,8 km de pistas duplicadas, incluindo o trecho que dá acesso à rodovia Presidente Dutra. Serão quase 9 km de faixas adicionais em pista dupla e quatro novas passarelas construídas.
“No trecho que liga a rodovia Dutra e a SP-056, terá a conclusão de obras de duplicação. Depois, no trecho entre a Ayrton Senna e Mogi das Cruzes, haverá implantação de faixas adicionais, para melhorar o tráfego naquela região”, explica Raquel.
Outra melhoria prevista para a população de Mogi é a duplicação da Estrada do Evangelho Pleno, antiga Estrada do Pavão.
                                                                                   Oportunidades de R$ 220 bilhões
O Governo de São Paulo tem previsão para 13 projetos em leilões ao longo de 2024. O primeiro deles foi o Trem Intercidades (TIC) Eixo Norte, realizado em fevereiro, que vai ligar a cidade de São Paulo a Campinas. A carteira de projetos de concessões, desestatizações e parcerias da atual gestão estadual é estimada em mais de R$ 220 bilhões em capital privado, com 20 projetos qualificados e a previsão de 44 leilões até o final de 2026.


Terminal Portuário de Vila Velha atinge 25% no volume de carros elétricos movimentados pela Cosco (Vitrine 17/04)
No último mês de março, o Terminal Portuário de Vila Velha (TVV), localizado no Espírito Santo e administrado pelo grupo de soluções logísticas Log-In Logística Integrada, participou do Evento “Global Partner Conference, encontro global de parceiros realizado pela empresa de logística Cosco Shipping Specialized em Guangzhou, na China. Nesse evento, foi apresentado o Plano Estratégico de crescimento da Cosco para os próximos anos. Na ocasião, o TVV foi reconhecido como um dos fornecedores destaque do ano de 2023, tendo alcançado 25% de participação no volume de carros elétricos movimentados pela companhia chinesa, ficando atrás apenas do Porto de Barcelona.
Nesse mesmo evento, em fórum específico de Supply Chain de Veículos, dentre os quatro terminais convidados, o Terminal de Vila Velha, através do seu gerente comercial Marhmed Hashemj, apresentou suas soluções logísticas integradas para o mercado de veículos chinês e reforçou a capacidade operacional e tecnológica do Terminal para desenvolver novos negócios, reforçando sua característica multipropósito.
O serviço de transporte de veículos elétricos no modelo Flat Rack, ideal para grandes cargas, realizado em parceria entre o TVV e a Cosco, é inédito no Brasil. Em toda a América do Sul, apenas o Chile e Equador já ofereciam essa operação, que visa fomentar a economia e os negócios Brasil-China, com a entrada de carros elétricos chineses de forma exclusiva por Vitória (ES).
O Gerente de Operações do Terminal de Vila Velha (TVV), Pedro Rizzo, ressalta a dimensão das operações que o TVV vem atingindo. “Embora seja um terminal relativamente pequeno, oferecemos soluções logísticas que vem causando um grande impacto positivo para o mercado do Espírito Santo. Temos a operação mais inovadora das Américas e conseguimos convergir não só essa operação de carros elétricos, mas também outros clientes e cargas, fazendo jus ao nosso posicionamento como um terminal multipropósito”, comenta.
                                                                                          Avanços de 2023
Ao longo de 2023, o TVV recebeu, ao todo, 44.600 veículos elétricos da China, em parceria com a Cosco. Com essa movimentação, a armadora chinesa passou a ter uma participação relevante que corresponde a 30% do volume de veículos em contêiner movimentados.
Segundo o Diretor de Terminais da Log-In, Gustavo Paixão, “Essa é uma operação que começou de maneira tímida, mas que foi tomando corpo e se estruturando com o tempo, trazendo ao mercado capixaba uma grande oportunidade de alavancar não só o porto, mas também toda a cadeia logística, com áreas externas como armazenagem e transporte por caminhão, o que, de fato, impulsiona o estado do Espírito Santo com uma movimentação bem acima do esperado”, diz Paixão.
Nesse processo, os investimentos realizados pela Log-In no TVV foram essenciais para a execução das operações e atendimento de toda a demanda. Entre eles, está o aporte de R$ 42 milhões para torná-lo o primeiro terminal portuário da América Latina a contar com operação remota de portêiner, além do incremento do número de equipamentos que agora podem atender mais navios. Nos últimos três anos, o investimento total em inovação no Terminal foi de cerca de R$ 150 milhões.
“Com esses investimentos em atributos da operação, tanto o TVV quanto a Cosco ganharam eficiência, agilidade, qualidade e segurança tanto operacional, quanto das cargas”, reforça Paixão.
                                                                                                  Visita à China
Durante a viagem para a China, a equipe do TVV também teve a oportunidade de conhecer o Porto de Taicang, onde os veículos elétricos são embarcados para serem recebidos no TVV, após uma viagem em uma rota sem escalas, e ainda visitou a área de supply da Cosco, a fim de conhecer o setor condutor de carros, abordar as operações e os negócios atuais e, inclusive, propor oportunidades de melhoria para alavancar a performance da quantidade dos navios.
Durante esse Fórum, a Cosco, em colaboração com seus parceiros, propôs uma iniciativa de desenvolvimento verde e de baixo carbono, defendendo o estabelecimento de um sistema de transporte marítimo sustentável entre todas as partes, bem como um esforço colaborativo para impulsionar a transformação verde em toda a cadeia industrial, e o TVV se coloca alinhado com as estratégias de sustentabilidade do seu parceiro.
“A nossa visita e a participação no Fórum aumentaram a visibilidade do TVV no mercado internacional com a ampliação do networking com diversos terminais e provedores de serviço da própria Cosco. Isso aumenta a exposição do terminal como uma alternativa no Brasil para a realização de outras operações, que não só de veículos, estreitando o relacionamento com a China e posicionando o Brasil e o Espírito Santo como consumidor e exportador do mundo”, finaliza Paixão.





Do subúrbio do RJ para o mundo: Korsa completa 30 anos de atuação no mercado (Vitrine 16/04)
A Korsa Riscos e Seguros, uma das maiores empresas de seguro independente do país, com atuação em 120 países, completa 30 anos de atividades no mercado neste mês de abril. Fundada em 1994, a empresa iniciou suas atividades  no bairro de Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e, sob a liderança do fundador James Theodoro, mudou-se posteriormente para Jacarepaguá, Zona Oeste da cidade carioca. Desde então, a Korsa não parou de investir em pessoas e inovações, fortalecendo sua equipe e tornando-se referência em tecnologia da informação.
“Completamos 30 anos no mercado de forma ininterrupta, levando tranquilidade e segurança para os clientes”, comemora. “Quando eu fundei a Korsa em 1994, tínhamos apenas uma mesa e uma cadeira que ganhei de um familiar. Não tinha nem telefone. Hoje a empresa possui 70 funcionários, sede própria no Rio de Janeiro e escritórios em São Paulo e Paraná”, exalta o empresário.
Na avaliação da empresa, uma melhor estruturação da área comercial interna, que resultou em uma maior assertividade nas negociações e o lançamento de novos produtos, foram os fatores fundamentais para o crescimento da empresa ao longo dos anos. Além disso, James revela que em 2023 o setor especializado em transporte na Korsa cresceu 19%.
Para alcançar melhores resultados, a Korsa em sua trajetória fechou contratos com grandes clientes corporativos e expandiu suas operações para São Paulo. Em 2001 a corretora também lançou o pioneiro seguro RC Trans Ambiental, revolucionando o segmento e consolidando-se como uma das líderes em seguro ambiental para transportes.
Posteriormente, em 2007, abriu seu escritório em Curitiba, passando a ter forte presença na região Sul do Brasil, o que hoje responde a 30% de seus negócios. Em 2010 inaugurou sua sede própria no Centro do Rio de Janeiro, e em 2012 a empresa lançou seu próprio sistema de CRM/ERP chamado de KPAG, que aliado ao BI e Power BI, possibilitou que a empresa crescesse em média dois dígitos por ano, mantendo seus custos fixos equilibrados.
A trajetória da empresa foi marcada por importantes parcerias estratégicas. Em 2012, uniu-se à rede mundial de corretores de seguros UNIBA, marcando presença em mais de 120 países, representando a rede no Brasil. Também firmou parceria com a BB&T Insurance Services, atual Trust Insurance Service, uma das maiores corretoras de seguros do mundo. Nesse mesmo ano, estruturou um setor de resseguro e seguros para empresas de O&G, atividade que se tornou uma das principais na corretora até hoje.
De origem libanesa por parte de mãe e grega por parte de pai, James avalia a caminhada de sucesso da empresa, com expansão dos negócios no país e também fora dele. “Passa um filme na minha cabeça, são muitas emoções, entre erros e acertos para chegarmos ao patamar de hoje”, diz o fundador ao relembrar o início da empresa e comparar com a estrutura utilizada atualmente.





Tecmar investe R$ 66,2 milhões em expansão de frota e novas unidades de negócio (Vitrine 15/04)
A Tecmar Transporte & Logística, do Grupo Log-In, acaba de realizar um investimento de R$ 66,2 milhões para impulsionar sua operação e expandir suas atividades. Esse investimento estratégico visa aprimorar a capacidade de transporte da empresa, que atualmente conta com uma frota superior a 1.300 veículos próprios. Com o montante, a Tecmar adquiriu 82 caminhões, equipados com a mais recente tecnologia de motorização Euro 6, além de 100 implementos, que consistem em carretas porta containers.
De acordo com o Diretor Executivo da Tecmar, Maurício Alvarenga, com o investimento, a companhia aumenta a capacidade de transferência rodoviária de cargas fracionadas entre as filiais e expande presença no mercado de logística multimodal, oferecendo soluções eficientes para o transporte de contêineres. “Nosso objetivo é servir o mercado em geral, oferecendo um serviço de alta qualidade e que não apenas atenda, mas supere as expectativas de nossos clientes e do segmento como um todo”, explica.
                                                                                          Estratégia multimodal
O investimento realizado pela companhia marca ainda o lançamento de duas novas unidades de negócio de transporte de contêineres. Uma delas está localizada em Cabo de Santo Agostinho (PE), atendendo à região Nordeste, enquanto a outra está situada em Itajaí (SC), para atender as demandas da região Sul do país.
O movimento vem na esteira da aquisição da empresa de transporte rodoviário Oliva Pinto, em 2022, com uma operação especializada em transporte de contêineres com forte presença em Manaus, que contou com um investimento de aproximadamente R$ 100 milhões. Além disso, o plano acompanha a estratégia adotada na unidade de negócios em Santos (SP), que somente em 2023 movimentou 7.200 contêineres atuando de forma conjunta com a Cabotagem.
Segundo Alvarenga, a novidade ampliará a capacidade do transporte de carga fracionada. “Essa estratégia irá atender às necessidades de nossos clientes em diversas áreas, contribuindo para um serviço mais abrangente e eficaz. Queremos disponibilizar, cada vez mais, soluções inovadoras envolvendo a multimodalidade, possibilitando o transporte de carga fracionada utilizando a Rodo-Cabotagem por meio da Tecmar”, completa o executivo.


Fórum debate logística e transporte em São José e região (Meon 09/04)
Um fórum voltado para profissionais do setor de logística vai debater nesta quinta-feira (11) temas ligados à operação e gestão de cargas em São José dos Campos e região.O evento, organizado pela Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico, será realizado no PIT (Parque de Inovação Tecnológica) entre 9h e 13h30. As inscrições são gratuitas.
Estão programadas cinco palestras com executivos e especialistas dos setores de logística e transportes.Na abertura, o sócio-diretor da empresa Logmed, Danilo Magri, falará sobre o tema o “Operador logístico como hub de negócios”.
Na sequência, o tema abordado será a gestão portuária e a logística nacional de comércio exterior, com apresentação do diretor comercial da Gralsin Logística Integrada, Paulo Vitor.
O cenário atual e as perspectivas para o crescimento da importação e exportação de cargas através do Aeroporto Prof. Urbano Stumpf será abordado por Eduardo do Valle, representante da concessionária SJK Airport, que administra o terminal desde novembro de 2022.
O fórum termina com a palestra “Tecnologia aplicada na logística de armazenagem”, ministrada pelo diretor de Operação da GM&C Soluções em Logística Reversa e Reciclagem, Paulo Rocha.
Segundo os organizadores, o fórum tem como objetivo complementar as ações realizadas durante a Feira LogVale, considerada o maior evento de Logística e Comércio Exterior da região. A próxima edição da feira deve ser realizada em 6 de junho deste ano no PIT.
A organização dos eventos é da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico e faz parte do PDLG (Plano de Desenvolvimento de Logística) do município.




Logística 4.0 será destaque no 2.º Summit Iguassu Valley Latinoamerica (G1 05/04)
A logística 4.0 ganhará destaque como uma das principais vertentes do 2.º Summit Iguassu Valley Latinoamerica, marcado para os dias 13 e 14 de junho em Foz do Iguaçu (PR). A integração nesse setor promete impactar profundamente o cenário produtivo brasileiro, impulsionado pelo uso de tecnologias avançadas que visam a otimizar o transporte de insumos e mercadorias, resultando em redução de custos e mais eficiência nos processos.
O evento, realizado em parceria pelo Iguassu Valley, ACIFI (Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu) e POD (Programa Oeste em Desenvolvimento), conta com o apoio estratégico da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná). Essa colaboração enfatiza a importância e abrangência do encontro para o desenvolvimento econômico e tecnológico da região e do país.
Entre os palestrantes, destaca-se a presença do presidente da FIEP e da Paraná Energia, engenheiro civil e líder empresarial e social Edson José de Vasconcelos. Com mais de duas décadas de atuação no cenário do desenvolvimento sustentável do Paraná e do Brasil, Vasconcelos trará suas valiosas perspectivas para o setor de logística, apresentando tendências e novidades que moldarão o futuro dessa área crucial para a economia nacional.
Sócio em empresas como Toledo Energia, Vasto Engenharia, Ibis Cascavel e Seleta Imobiliária, Edson desempenha um papel fundamental na promoção do crescimento econômico da região. Seu compromisso com o progresso regional é evidenciado por seu envolvimento em instituições de planejamento, construção, comércio e desenvolvimento, incluindo o IPC, Sinduscon, ACIC, Codesc e Ferroeste.

A Logística 4.0 será uma das vertentes da vertical do 2.º Summit Iguassu Valley Latinoamerica. O que é a logística 4.0? Qual é o seu impacto e os seus benefícios?
Em linhas gerais, a logística 4.0 é um conceito que se refere à aplicação de tecnologias avançadas, como internet das coisas, big data, inteligência artificial e automação, entre outras, ao longo de toda a cadeia de suprimentos de determinado processo produtivo. Essas tecnologias passam a ser aplicadas desde o planejamento até a entrega dos produtos, passando pela gestão de estoques e aquisição de insumos e suprimentos. Entre seus principais impactos e benefícios estão a redução de custos para as empresas e, principalmente, uma maior agilidade em todos esses processos.

É possível dizer que a logística 4.0 estabelece as novas fronteiras da inovação no setor? Por quê?
Sem dúvida alguma. Hoje, o custo logístico como um todo, incluindo armazenamento e transporte de insumos e mercadorias, é um dos que mais pesa sobre o setor produtivo, especialmente no Brasil. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, o custo logístico consome entre 7% e 8% do PIB do país. Já no Brasil, esse número chega a 12% do nosso PIB. Ou seja, investir em processos e tecnologias que reduzam esse custo é uma medida para aumentar a competitividade das nossas empresas. Obviamente, boa parte desse custo ainda passa pela necessidade de investimentos pesados para melhorar nossa infraestrutura de transportes, incluindo rodovias, ferrovias, portos e aeroportos – o que depende, basicamente, de investimentos diretos do poder público ou concessões realizadas por ele. Mas, internamente, ao investir com seus próprios recursos em tecnologias atreladas à logística 4.0, as empresas já conseguem reduções significativas nos seus custos. Portanto, há muito espaço para inovações em todas as áreas da logística e da cadeia de suprimentos para atender a essa demanda crescente.

Quais são as principais tendências em inovação e tecnologia para a logística?
As principais tendências estão em questões ligadas à automação e controle das diferentes etapas do processo logístico. Isso inclusive no processo de aquisição de matérias-primas, produtos e serviços. Sistemas automatizados e precisos de controle de estoque permitem, por exemplo, que já seja disparado automaticamente um pedido de compras de determinado insumo, à medida que o estoque atinge níveis mínimos de segurança. Dentro das indústrias, isso tem trazido uma revolução na parte do armazenamento das peças e componentes usados em uma linha de produção. Onde antes havia almoxarifados muito grandes, com inúmeras prateleiras em que os funcionários buscavam manualmente os diferentes produtos, hoje muitas empresas já possuem almoxarifados totalmente automatizados. Isso permite estoques em espaços menores, mas mais verticalizados, utilizando-se sistemas de paletes e de robôs que fazem a busca automática de produtos, o que também aumenta a precisão e a agilidade para a retirada desses componentes.

Quais são os principais avanços tecnológicos para a evolução da indústria logística?
Todo esse esforço de automação das diversas etapas dos processos logísticos demanda a implantação ou desenvolvimento de várias tecnologias, como sensores e sistemas para rastrear em tempo real insumos ou produtos acabados, prevendo demandas. O uso de sistemas autônomos ou robôs para operação dos estoques é outra tecnologia necessária.

Que exemplos temos do uso da tecnologia para otimizar custos e tempo na logística?
Muitas indústrias, como as automotivas, já têm utilizado o sistema conhecido como Milk Run. Por ele, utilizando-se sistemas automatizados, as empresas ou transportadoras contratadas estabelecem janelas precisas de carregamento de produtos ou de matérias-primas. Com isso, é possível realizar a coleta de mercadorias em diversos fornecedores, dentro de uma lógica de itinerário, prevendo horários de entrada nas empresas e tempo de carregamento dos caminhões, para que eles cheguem dentro da indústria no tempo preciso para que os insumos sejam usados na linha de produção. Isso permite que as indústrias reduzam a necessidade de estoques de matérias-primas, adequando assim seu capital de giro para a área produtiva, evitando a imobilização de muitos recursos em estoques.
Outro exemplo bastante conhecido no Paraná é a implantação do sistema que acabou com as filas de caminhões no Porto de Paranaguá. Há alguns anos, filas de até cem quilômetros, que chegavam à região de Curitiba, eram formadas devido ao excesso de caminhões que chegavam ao mesmo tempo para desembarcar suas cargas no porto. Hoje, por meio de um sistema chamado Carga On-Line, o caminhoneiro que vai levar seu produto ao porto se inscreve na ferramenta e já recebe a sua janela de horário para chegada em Paranaguá. O Carga On-Line uniformiza e dá uma sequência lógica para essas janelas de carga ou descarga dos caminhões, otimizando todo o processo.

A inteligência artificial é o assunto do momento. A IA tem contribuições para logística, ou melhor, está sendo utilizada na logística? De que forma (dê exemplos, por favor)?
A inteligência artificial é uma das ferramentas que já vêm sendo utilizadas dentro da logística 4.0. Muitos dos processos automatizados citados anteriormente se valem da IA para que, a partir de uma base de dados previamente definida, sejam estabelecidos parâmetros para a gestão e operação de várias etapas da cadeia de suprimentos e transporte. Sem dúvida alguma, é uma ferramenta fundamental para se aprimorar cada vez mais esses processos.

O senhor pode antecipar quais contribuições o Summit Iguassu Valley dará para o debate da evolução da logística no Paraná, Brasil e América do Sul?
Hoje, já existem muitas feiras e eventos no país que debatem e apresentam as novidades que vêm sendo implantadas no setor logístico brasileiro. Mas o diferencial que o Summit Iguassu Valley dá para esse tema é o foco na inovação. Sem dúvida, há muito espaço para evoluções e inovações dentro da logística 4.0, e colocar isso em pauta é um grande mérito do evento.

Por que atores da logística devem participar do evento?
Justamente para obter mais conhecimento e trocar experiências sobre inovações, tendências e tecnologias que já vêm sendo aplicadas ou ainda podem ser desenvolvidas para suprir as demandas da cadeia logística. Isso vai agregar muito para que encontrem novas soluções e impulsionem ainda mais seus negócios.

                                                                                                     Sobre o evento
O 2.º Summit Iguassu Valley Latinoamerica 2024 é o resultado da fusão de dois eventos: o Summit Iguassu Valley e o Fórum Internacional de Logística Multimodal Sustentável (FILMS). O primeiro é voltado à tecnologia e inovação para acelerar o crescimento dos negócios locais e regionais; e o segundo visa construções soluções logísticas, atração de investimentos e o estímulo ao comércio e turismo entre os países da na América do Sul.
2.º Summit Iguassu Valley Latinoamerica
Data: 13 e 14 de junho de 2024
Local: Grand Carimã Resort & Convention Center
Ingressos, cotas de patrocínio e estandes:  https://summit.iguassuvalley.com.br



PIB 2024 deve alavancar a logística, Brasil LOG aposta no setor (Vitrine 25/03)
Com uma expectativa de alta de 2,2% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, segundo o “Balanço Macrofiscal de 2023 e perspectivas para 2024” do Ministério da Fazenda (MF) (divulgado em 31/01/24), o setor logístico deve avançar por desempenhar um papel vital na economia do Brasil, sendo responsável pelo gerenciamento e fluxo de bens e serviços.
“A logística é o termômetro da economia, ela é a primeira a parar em crise e a primeira a retomar” - afirma Adelson Lopes – idealizador da Brasil LOG, Feira Internacional de Logística, que pela primeira vez será realizada em anos consecutivos, chegando em sua 9ª edição nos dias 22, 23 e 24 de maio de 2024.
A Brasil LOG é referência para o segmento da logística; em sua edição, em 2023, registrou a presença de 22 estados brasileiros e 270 cidades brasileiras, além de visitantes e expositores internacionais como a empresa chinesa que fabrica esteiras, Wayzim, que lançou sua vinda para o Brasil na edição de 2023 e está retornando em 2024 em função do sucesso alcançado pela Brasil Log.
Na edição de maio de 2023, gerou cerca de R$ 10 milhões, mas para Lopes esse número não para por aí, por que muitos negócios são consolidados posteriormente, promovidos pelas soluções que a feira oferece aos cinco modais da logística: terrestre, aéreo, marítimo, ferroviário e hidroviário, ainda em expansão. Os negócios na 9ª Brasil LOG também serão fomentados pelo Encontro de Negócios do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) e pelas duas rodadas de negócios promovidas pela Associação Comercial e Empresarial (ACE).
                                                      Por que estar na 9ª Brasil LOG, segundo os idealizadores da Feira?
Acessar serviços e soluções, se atualizar sobre as demandas da logística em um único local otimiza tempo, considerando que o setor enfrenta inúmeros desafios, desde a infraestrutura, distâncias geográficas, à tecnologia e gestão.
Para Lopes, o desafio é se manter competitivo em um mercado complexo e que aponta o crescimento do transporte rodoviário de cargas, em função do e-commerce.
Entre as soluções para logística, a Brasil Log traz expositores com ferramentas que compilam dados, dão visibilidade aos processos, melhoram a produtividade e também iniciativas sustentáveis.
Outro destaque são palestras gratuitas com temas pertinentes às necessidades e atualidades do mercado; bem como teste drive de caminhões e empilhadeiras.
                                                                                             Estrutura e público
A 9ª edição da Brasil LOG será realizada em uma área de 53 mil m², em três pavilhões para mais de 60 expositores, no Parque Comendador Antônio Carbonari – Parque da Uva.
A expectativa é de que passem pela feira representantes de empresas americanas, alemãs e chinesas, de todos os modais logísticos, de Condomínios Logísticos, Centros de Distribuições, Armazenagem, Estocagem, Consultorias e profissionais como Agentes de Carga, Armadores, Despachantes Aduaneiros, Importadores e Exportadores.
Além das empresas e autônomos que atuam no segmento, a edição 2023 foi prestigiada também por representantes municipais, do Governo do Estado, Autarquias como ARTESP e orgãos federais como Infraero.
                                                                                           Logística reversa
Uma das novidades da Brasil LOG 2024 é coleta de resíduo eletrônico para descarte em conformidade com a Lei 12.305/2010 da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em parceria com a empresa Ecotronics Ambiental.
A captação será feita no hall de entrada da feira e o laudo ambiental para pessoa jurídica será emitido mediante os dados da empresa. Estão entre resíduo eletrônico, computadores, notebooks, celulares, smartphones, tablets, impressoras, aparelhos telefônicos, monitores, televisores, DVD player, vídeo cassete, cabos, fios elétricos, placas de circuito, sucatas ferrosas, sucatas não ferrosas.
                                                                                                  SERVIÇO:
A entrada é gratuita, mas é necessário o credenciamento pelo site www.feiradelogistica.com
Feira Internacional de Logística: 22 a 24 de maio de 2024 das 12h às 20h
Local: Parque da Uva, em Jundiaí/SP.









A Intermodal South America 2024 começa amanhã (Vitrine 04/03)

A Intermodal South America, em sua 28ª edição, ocorrerá entre 5 e 7 de março de 2024, na São Paulo Expo, e traz muitas novidades e atrações.
O evento promete ser marcante para todos os envolvidos nos setores de transporte terrestre, aéreo, marítimo e ferroviário, assim como para todos os profissionais da cadeia logística e áreas relacionadas.
Reconhecida como o maior e mais completo evento da área no continente, a Intermodal 2024 oferece uma experiência única, integrando todos os elos da cadeia logística.
Veja abaixo 4 razões convincentes para não perder essa oportunidade incrível de aprendizado e atualização!
1. Conhecimento aprofundado e tendências de vanguarda
A Intermodal 2024 se destaca como uma plataforma de conhecimento incomparável.
Com mais de 60 horas de conteúdo distribuídas em diversos formatos, o evento oferece acesso a informações que são verdadeiros segredos do sucesso no setor logístico.
No Congresso Interlog Summit, na TI Innovations e na Arena Intermodal, grandes especialistas e pensadores do mercado compartilharão insights transformadores, práticas recomendadas e as últimas tendências do setor.
Participar da Intermodal 2024 é ter uma chance de ouvir mais de 100 palestrantes renomados e desbravar horizontes promissores, mantendo-se à frente no mercado.
2. Networking de alto nível
A oportunidade de conectar-se com mais de 43 mil participantes de mais de 90 países é, por si só, uma razão suficiente para participar.
A Intermodal 2024 é o local ideal para expandir sua rede de contatos profissionais, estabelecer parcerias estratégicas e interagir com a comunidade de especialistas logísticos.
O ambiente propício ao networking permite que você fortaleça laços existentes e crie novos, essenciais para o crescimento e sucesso de sua carreira e negócios.
Participar da Intermodal 2024 é uma experiência rica, que promete abrir portas e oferecer perspectivas novas e valiosas para fechar novos negócios, formar novas parcerias e ajudar o segmento a seguir crescendo!
3. Oportunidades de negócios inigualáveis
Imagine-se imerso em um ambiente vibrante, focado em soluções logísticas de ponta a ponta, com mais de 500 marcas expositoras.
A Intermodal 2024 é o cenário perfeito para elevar seus negócios a um novo patamar, seja encontrando fornecedores ideais, expondo as suas soluções, gerando novos leads, conquistando clientes ou fechando negócios.
O evento oferece uma plataforma única para empresas que desejam ampliar a sua participação no mercado, proporcionando uma visibilidade sem precedentes e acesso a um vasto mercado potencial.
4. Sustentabilidade e desenvolvimento do setor
Um aspecto crucial e cada vez mais relevante na indústria logística é a sustentabilidade e o desenvolvimento do setor.
A Intermodal 2024 abordará esses temas em diversas de suas apresentações e exposições! Discutir e aprender sobre o desenvolvimento sustentável do setor é essencial para qualquer profissional que deseje liderar no mercado.
O evento proporciona uma visão abrangente das práticas sustentáveis mais recentes e eficientes, essenciais para o futuro da logística.
Pelo site do evento o usuário poderá fazer sua inscrição gratuitamente.




Tatuzão chega à futura estação Vila Formosa na expansão da Linha 2-Verde do Metrô SP (Vitrine 04/03)
A maior tuneladora em atividade na América Latina chegou nesta quinta-feira (29) à futura estação Vila Formosa do Metrô, na zona leste da capital. O governador Tarcísio de Freitas acompanhou as escavações do tatuzão que concluiu o primeiro ciclo de obras de expansão da Linha 2-Verde. Com o novo trecho, o ramal passará a ligar a Vila Prudente à Penha, beneficiando o transporte de mais 300 mil pessoas por dia.
“Nós já temos a maior rede de metrô do Brasil e uma das melhores do mundo. Agora, a gente vai ter o metrô cada vez mais integrado, o que significa eficiência e que vai transportar cada vez mais passageiros. Quando o trecho estiver operando da Penha até a Vila Prudente, a gente vai agregar mais de 300 mil passageiros no sistema. São 300 mil passageiros que vão ganhar mais tempo com as famílias, vão ter um um dia menos cansativo e mais qualidade para se transportar”, afirmou Tarcísio.
O evento teve a presença do secretário executivo de Transportes Metropolitanos, Manoel Botelho, do presidente do Metrô, Julio Castiglioni, autoridades públicas e profissionais que atuam na construção da via. O Governo de São Paulo investe R$ 13,4 bilhões no projeto de expansão da Linha 2-Verde, que vai ganhar mais 8,4 km (8 km operacionais) de vias e oito novas estações.
A estação Vila Formosa está sendo construída em uma área de 9,1 mil metros quadrados e a 44 metros de profundidade. A estação tem 49% das obras concluídas e acesso pelo encontro da avenida Dr. Eduardo Cotching com a rua Tauandê, na zona leste.
O percurso do tatuzão começou em novembro, com a escavação de 654 metros de via até o momento. Já foram retirados 70 mil metros cúbicos de terra e instalados 436 anéis de concreto para revestimento do túnel. Com a conclusão do primeiro ciclo de obras, a tuneladora passará por um período de manutenção antes de retomar a escavação até a futura estação Anália Franco.
A operação da tuneladora está estruturada em duas etapas, sendo a primeira do Complexo Rapadura, na Vila Formosa, até o poço Falchi Gianini, entre as paradas Vila Prudente e Orfanato, passando também pelas estações Vila Formosa, Anália Franco e Santa Clara. Depois, o tatuzão será desmontado e remontado no canteiro de obras da estação Penha, para a segunda etapa de escavação, no sentido do Complexo Rapadura.
A primeira etapa da expansão, de Vila Prudente a Vila Formosa, deve ser concluída até 2026, e a segunda, de Vila Formosa até a Penha, no ano seguinte. Depois de pronto, o novo trecho vai agilizar o deslocamento dos moradores da zona leste, facilitar a mobilidade para outras regiões, além de redistribuir a demanda de passageiros nas demais linhas de metrô e trem de São Paulo.
                                                                                   Máquina de 500 toneladas
A tuneladora em operação na Linha 2-Verde tem cerca de 100 metros de comprimento, 500 toneladas e capacidade de escavar e revestir com anéis de concreto até 15 metros de túnel por dia. O tatuzão possui uma roda de corte de 11,66 metros de diâmetro e estruturas de apoio, como esteiras para retirada de terra, câmara hiperbárica, sistema de ventilação e equipamentos para a colocação das aduelas de concreto.
Batizado de “Cora Coralina”, este tatuzão é o maior equipamento do tipo em operação na América Latina. Cerca de 150 pessoas, entre engenheiros, mecânicos, técnicos e eletricistas, trabalham na máquina em três turnos diários. O equipamento vai usar 4,2 mil anéis de concreto para revestir todo o túnel entre a Vila Prudente e a Penha.




DHL e Adidas abrem CD omnichannel e semiautomatizado em Extrema (Vitrine 01/03)
A DHL Supply Chain, empresa global de armazenagem e distribuição, e a Adidas, umas das maiores redes de artigos esportivos, inauguram um dos mais modernos Centros de Distribuição (CD) do Brasil em Extrema, ao sul do estado mineiro. Com um investimento de mais de R$ 70 milhões, as instalações foram construídas do zero especialmente para este projeto e agregam tecnologias inovadoras e práticas sustentáveis.
O novo CD possui cerca de 40 mil m² e será o principal hub logístico da Adidas no País, atendendo as áreas de e-commerce, varejo e lojas próprias de forma sinérgica em um desenho logístico mais ágil, eficiente e tecnológico. O armazém abriga 50 mil produtos diferentes e 5 milhões de itens, um dos maiores estoques esportivos do Brasil, incluindo roupas, tênis e acessórios.
As instalações começam a operar com o certificado sustentável LEED, concedido pelas boas práticas de economia de energia e reaproveitamento de resíduos. Nos próximos meses, será instalado, no telhado, uma usina solar que deve gerar 35% do consumo energético desta operação. A construção do CD foi responsável pela geração de 400 postos de trabalho diretos em Extrema, sendo que parte da equipe é originária de outras operações da Adidas.
Para Gabriela Guimarães, vice-presidente de Varejo e E-commerce da DHL Supply Chain, “este novo CD traz uma nova visão para o desenho logístico da Adidas no Brasil. Ele capta as condições mais favoráveis na região e traz um novo fluxo operacional com muita inteligência logística e tecnologia embarcada. Com isso, vamos proporcionar maior agilidade as entregas, confiabilidade e eficiência. Esta será uma das operações mais modernas do Brasil, uma vez que vamos automatizar quase por completo três processos: movimentação da carga no armazém, sorteamento no e-commerce e embalagem”.
André Biancardini, diretor sênior de Supply Chain Management na Adidas Brasil, diz que “o novo centro de distribuição nos garante uma plataforma sólida para o crescimento esperado para a empresa nos próximos anos”. “A mudança para Extrema nos torna mais próximos dos nossos principais clientes na região, e garante mais tecnologia e automação, com grande foco em sustentabilidade”, pontua o executivo.
                                                                                                     Inovação
O novo hub logístico da Adidas começa a operar com quatro tecnologias avançadas. A primeira é o próprio sistema de gestão de estoque (WMS), cuja versão é a mais avançada do mercado e traz vantagens como execução em nuvem, dispensa de paradas para atualização e grande especialização e acuracidade para estoques omnichannel.
O armazém dispõe de esteiras automáticas para agilizar a movimentação interna de carga. Soma-se a isso um equipamento automatizado de sorteamento, que realiza a separação do produto para envio, e um robô que “lê” o item da vez e realiza a embalagem, que será utilizado na área de e-commerce. Para reduzir resíduos não-degradáveis, essas embalagens serão feitas quase exclusivamente com papeis.
“A automação por si só não traz os resultados almejados. Para se chegar lá, é necessário ter um planejamento logístico sólido, processos bem desenhados, equipe treinada e experiente de forma que os equipamentos efetivamente possam conferir maior escala e agilidade nas atividades”, analisa Gabriela.
Para ela, o centro de distribuição surge com uma operação sólida, pois as entregas desta operação contam, ainda, com torre de Controle da DHL que, além de supervisionar, gera dados e insights relevantes para o aprimoramento do negócio.
“A partir das informações, nossa ideia é revisar constantemente o ecossistema logístico da adidas, melhorando nossos níveis de serviço e elaborando novos projetos”, conclui.




GoodStorage inaugura 6º Park Logístico para locação em São Paulo (Vitrine 02/03)
A GoodStorage inaugurou seu 6º park logístico para locação. Com galpões urbanos de 1.500m² a 22.250m², o Park Vila Anastácio está localizado a 300 metros da Marginal Tietê e a 500 metros da estação Domingos de Moraes, da Linha 8 Rubi da CPTM.
Ao ampliar a oferta de espaços em São Paulo, a GoodStorage tem a intenção de apoiar as empresas que buscam otimizar rotas, reduzir custos e melhorar a eficiência da cadeia logística de entrega e logística reversa. Os empreendimentos da GoodStorage estão presentes em regiões estratégicas da cidade, o que permite apoio aos desafios da logística de última milha (last mile).
“Esse foi o terceiro park logístico que inauguramos em 2023. A previsão é ainda contar com mais uma unidade, o que reforça o nosso crescimento. Com ele, queremos engajar a logística verde em São Paulo”, conta Thiago Cordeiro, CEO da GoodStorage.
O empreendimento é o primeiro da marca a contar com o selo LEED, certificação para construções sustentáveis concedida pela organização não governamental United States Green Building Council.
“A GoodStorage tem como objetivo principal, além de investir na mobilidade urbana, colaborar para que São Paulo se torne uma cidade inteligente e mais sustentável. Nessa busca, temos investido cada vez mais em construções mais limpas e com impacto ambiental mínimo”, explica o CEO.
O Park Vila Anastácio comporta até 16 empresas e é distribuído em 21.500m2. O espaço oferece uma área ampla para a manobra de caminhões de grande porta, docas, segurança com portaria blindada, controle de acesso e monitoramento 24h, refeitório, área de convivência para funcionários, iluminação em LED e gerador para as áreas comuns.



A Feira Intermodal South America 2024 acontece no início de março em São Paulo (Vitrine 26/02)
Na próxima semana acontece a anual Feira Intermodal South America 2024. Será de 05 à 07/03 das 13:00 às 21:00 hs, no São Paulo Expo Exhibition and Convention Center, s/n, Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo – SP.
                                                                                        Sobre a Intermodal
A Intermodal South America é uma plataforma essencial para os setores de logística, intralogística, tecnologia, transporte de cargas e comércio exterior. Ela não apenas facilita a geração de negócios e relacionamentos, mas também fornece conteúdo de alta qualidade e relevância. Atualmente, conta com uma base de dados com mais de 130 mil profissionais do setor e utiliza diversos canais, como plataforma digital, site, redes sociais e uma plataforma de conteúdo exclusiva. Isso permite promover marcas, lançar produtos, gerar leads e realizar ações personalizadas para maximizar o retorno dos investimentos com foco e precisão.
Com um crescimento sólido e contínuo ano após ano, a 28ª Intermodal South America será a maior edição de todos os tempos, reunindo mais de 500 marcas expositoras, mais de 43 mil participantes e mais de 60 horas de conteúdo em 40 mil metros quadrados de exposição durante 3 dias de evento.





Em 10 dias, Trem Intercidades abre série de leilões do Governo de SP em 2024 (Vitrine 19/02)
Daqui a dez dias, o Governo de São Paulo inicia uma série de leilões para estabelecer uma nova marca histórica na gestão estadual. No próximo dia 29, o Trem Intercidades Eixo Norte, que ligará São Paulo a Campinas, será o primeiro projeto a ser leiloado pelo Estado em 2024, em uma previsão de 13 certames para concessões, desestatizações e parcerias ao longo deste ano.
O Trem Intercidades será implementado por meio de Parceria Público-Privada (PPP), com investimento previsto de R$ 13,5 bilhões. O empreendimento irá beneficiar cerca de 15 milhões de pessoas em 11 municípios, gerando mais de 10,5 mil empregos, entre diretos, indiretos e induzidos.
O projeto incluirá um serviço expresso, com três estações, entre a capital e o município campineiro. Ele também contempla a implantação do Trem Intermetropolitano, entre Campinas e Jundiaí, e a concessão da Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
O novo sistema vai melhorar e ampliar a mobilidade entre as regiões metropolitanas de São Paulo, Jundiaí e Campinas e terá 101 km de trajeto, com serviço expresso entre a estação Barra Funda, na capital, e Campinas, e uma parada em Jundiaí. Já o sistema intermetropolitano terá estações em Jundiaí, Louveira, Vinhedo, Valinhos e Campinas. O trem será o mais rápido do Brasil, alcançando até 140 km/h.
                                                                                             Próximos leilões
Além do Trem Intercidades, o Governo de São Paulo tem outros 12 projetos para leilão em 2024. No segmento de mobilidade urbana, por exemplo, está prevista a concessão das Linhas 11, 12 e 13 da CPTM.
Na área de rodovias, o lote do Litoral Paulista vai a leilão no dia 16 de abril. O Estado também fará a licitação do túnel imerso Santos-Guarujá, que terá a parceria do governo federal, e dos lotes rodoviários Nova Raposo, Rota Sorocabana e Lote Paranapanema.
A lista inclui ainda as desestatizações da Sabesp, que já está em fase de consulta pública, e da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae). No eixo social, o Governo de São Paulo vai propor uma PPP para construção, manutenção dos prédios e operação de serviços não pedagógicos de 33 novas escolas.
A concessão de serviços lotéricos estaduais é outro projeto previsto para 2024, como nova fonte de recursos para financiamento de políticas públicas. O Estado também vai leiloar a concessão da construção de moradias na região central da capital – o projeto prevê mais de 5,5 mil moradias nos três primeiros anos.





Hidrovia Tietê-Paraná tem alta de 120,7% na movimentação de cargas (Vitrine 06/02)

Um dos mais importantes eixos de logística no país, com seus 2,4 mil quilômetros navegáveis, a Hidrovia Tietê-Paraná registrou, em 2023, um expressivo aumento na movimentação total de cargas.
Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), a alta foi de 120,7%, comparada ao mesmo período de 2022, com transporte de 2,4 milhões de toneladas em 2023 contra 1,1 milhão de toneladas no ano anterior.
O índice expressivo é explicado principalmente a partir da crescente movimentação da soja, aliada à uma gestão mais eficiente da hidrovia, que é administrada pelo Departamento Hidroviário (vinculado à Semil). De janeiro a junho de 2023 a hidrovia já havia batido o recorde de aumento de 76% na movimentação fluvial de cargas.
Em sua extensão, a Hidrovia Tietê-Paraná atende, sobretudo, ao transporte da produção agrícola e possui 30 terminais intermodais para carga e descarga de produtos, responsável por conectar os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Goiás e São Paulo.
No trecho paulista são 800 quilômetros, indo desde Mogi das Cruzes até o município de Pereira Barreto. Neste trecho a hidrovia possui 14 terminais intermodais que funcionam associados a 9 barragens, 10 eclusas e 23 pontes em sua estrutura.
Dentre as commodities mais transportadas, a soja representou 41% das cargas, equivalente a 990 mil toneladas do grão. Em segundo aparece o milho, com 682 mil toneladas e, em terceiro lugar, a cana-de-açúcar e derivados, com 584,4 mil toneladas. O transporte de passageiros registrou mais de 85 mil pessoas.
“Trata-se de um eixo importante para esse modal e estratégico para a economia de São Paulo. O governo tem atuado para ampliar ainda mais o papel da hidrovia no escoamento da produção do Estado”, afirma a secretária Natália Resende em alusão à obra de aprofundamento do canal de Nova Avanhandava, um projeto antigo que foi retomado em março. A primeira explosão para a obra ocorreu em fins de agosto.
                                                                                      Canal de Nova Avanhandava
As obras vêm sendo executadas por meio de uma complexa operação com remoção de 19 a 21 mil metros cúbicos de rochas por mês. Para que não haja implicações com a fauna aquática local está sendo aplicada uma técnica que mantém peixes afastados. Ao todo serão removidos 552 mil metros cúbicos de rochas ao todo – volume equivalente ao de 600 piscinas olímpicas -, com detonações subaquáticas de rochas para aumento do calado no canal, em Buritama, o que permitirá a navegabilidade na hidrovia mesmo em períodos de estiagem.
Desta forma, 2,57% das obras já foram executados, e a previsão é que até abril de 2026 todo o trecho de Nova Avanhandava esteja completamente ampliado, com um um investimento de R$ 293,7 milhões que garante o aumento da profundidade do canal de navegação no reservatório de Três Irmãos, ao longo de 16 km.
A ampliação também permitirá maior flexibilidade na operação das Usinas Hidrelétricas de Três Irmãos e Ilha Solteira, resultando em um fluxo mais contínuo de cargas movimentadas sem conflitos entre navegação e geração de energia com garantia de produtividade.
Para Jamille Consulin, diretora do Departamento Hidroviário (DH), a obra é resultado de investimentos em infraestrutura que repercutem na economia do Estado, e sem a decorrência de aumento de poluentes, já que o modal é de baixo impacto ambiental quando comparado à movimentação de cargas nos eixos rodoviários, quando seriam necessárias 43 carretas, de 35 toneladas cada, para levar o mesmo volume que cada embarcação do tipo ‘chata’ é capaz de uma única vez.





Na Espanha, governador mostra parcerias privadas de SP a operadores de infraestrutura (Vitrine 05/02)
A capital espanhola foi a primeira parada do roadshow do Governo de São Paulo com o objetivo de buscar investimentos estrangeiros para grandes projetos paulistas em infraestrutura, logística, mobilidade e saneamento. Nesta segunda-feira (4), em Madri, o governador Tarcísio de Freitas iniciou a primeira missão internacional de 2024 em reuniões com executivos de grupos globais sediados na Espanha.
“Para alavancar o desenvolvimento em São Paulo, a gestão estadual está ampliando o diálogo com o setor privado em todo o mundo. Quando trabalhamos lado a lado com megainvestidores internacionais, os grandes projetos saem do papel mais rápido. Nossa primeira parada na Europa foi muito produtiva e tenho certeza que as empresas da Espanha vão ampliar negócios e aportes em São Paulo, gerando mais empregos, riquezas e oportunidades para a população”, afirmou.
Na missão à Europa, a comitiva do governador é composta pelos secretários estaduais Rafael Benini (Parcerias em Investimentos), Jorge Lima (Desenvolvimento Econômico) e Lais Vita (Comunicação) e por Rui Gomes, presidente da InvestSP – agência de promoção de investimentos vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
O primeiro compromisso na Espanha reuniu o governador e José Manuel Entrecanales Domecq, presidente e CEO da Acciona. Há mais de 25 anos no Brasil, a Acciona é a responsável pela construção da Linha 6-Laranja de metrô de São Paulo, atualmente a maior obra de infraestrutura em andamento na América Latina, com geração de mais de 9 mil empregos e investimento de R$ 18 bilhões.
Na reunião, o governador destacou o potencial do estado e as oportunidades para empresas de grande porte no portfólio de investimentos do Programa de Parcerias. “São Paulo é hoje o local para se investir no Brasil. Se fosse um país, seríamos a terceira maior economia da América Latina e a 21ª do mundo. A estrutura existente de mão de obra e infraestrutura proporcionam um ambiente de negócios promissor para aos investidores”, destacou Tarcísio de Freitas.
Na sequência, o governador teve um almoço de negócios com Ignacio Domínguez-Adame, vice-presidente do grupo Santander na Espanha. A instituição é uma das líderes do mercado nacional de serviços bancários e investimentos e também opera em toda a América Latina, Europa, Estados Unidos e países da Ásia.
No encerramento da agenda de trabalho em Madri, Tarcísio se reuniu com executivos da Sacyr, empresa que atua no mercado global de concessões, engenharia e infraestrutura. O grupo espanhol está à frente das obras de expansão da Linha 2-Verde do Metrô e, somente ano passado, investiu o equivalente a mais de R$ 8,5 bilhões em ativos globais de concessões. Nos compromissos, o governador destacou a importância de ouvir a iniciativa privada e construir projetos a muitas mãos para que sejam atrativos e tenham mais competição.
O Governo de SP terá ao menos 13 projetos em leilões ao longo de 2024. Entre eles, estão o Trem Intercidades Eixo Norte, que vai ligar a cidade de São Paulo a Campinas, e concessões e parcerias de infraestrutura rodoviária e ferroviária, além das desestatizações da Sabesp e da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae). A carteira de projetos de concessões, desestatizações e parcerias da atual gestão estadual é estimada em mais de R$ 220 bilhões em capital privado, com 20 projetos qualificados e a previsão da realização de 44 leilões ao longo da gestão.
                                                                                 Missão na Europa segue para a Itália
Com o fim das agendas na Espanha, o roadshow do Governo de São Paulo prossegue nesta terça (6) em Milão, na Itália, e depois segue para Paris, com previsão de três dias seguidos de apresentação do portfólio paulista de projetos estruturantes a megainvestidores e banqueiros europeus.
As agendas de amanhã (6) começam com uma reunião em Milão com a diretoria executiva do grupo Gavio, às 10h30, em horário local. Na sequência, às 14h30, a comitiva liderada pelo governador Tarcísio de Freitas se encontra com a presidência do grupo Guella.
 


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