Guia Log

anuncie aqui viu.gif (17726 bytes)

PDM

                                                    
                             
                 Notícias Importantes

Governo leiloa hoje trecho de ferrovia na Bahia (Reuters 08/04)
O governo federal vai leiloar hoje (8) um trecho da Ferrovia de Integração Oeste/Leste, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. Chamado de Fiol 1, o trecho de 537 quilômetros de extensão entre as duas cidades poderá transportar mais de 50 milhões de toneladas de carga em 2035, conforme expectativas do governo.
De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a concessão vai destravar o projeto, algo considerado fundamental para transformar a logística no estado. Além disso, contribuirá com a meta de ampliar a participação ferroviária na matriz de transportes do Brasil.
O vencedor do certame ficará responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho, em uma concessão que vai durar por 35 anos, totalizando R$ 3,3 bilhões de investimentos. Desse total, R$ 1,6 bilhão serão utilizados para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. Nas contas do governo federal, a concessão da Fiol vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão.
A expectativa é a de que o T aerorecho 1 (Ilhéus-Caetité) comece a operar em 2025, já transportando, segundo estudos, mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e o minério de ferro produzido na região de Caetité. O minério de ferro compõe a maior parte da carga a ser transportada no trecho, mas também serão transportados alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais.
                                                 Outros trechos
O governo também pretende projetar a concessão de outros dois trechos: a Fiol 2, entre Caetité (BA) e Barreiras (BA), com obras em andamento, e a Fiol 3, de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), que aguarda licença de instalação por parte do Ibama.
Será, de acordo com o ministério, um corredor de escoamento que terá 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis (TO), ponto em que a Fiol se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.



Governo levanta R$3,3 bi em leilão de aeroportos; CCR leva blocos Sul e Central, Vinci fica com Norte (Reuters 07/04)
O governo federal levantou 3,3 bilhões de reais no leilão para concessão à iniciativa privada de 22 aeroportos nesta quarta-feira, com ágios elevados em relação aos valores mínimos, mas com participação modesta de estrangeiros na disputa que teve como principal vencedora a brasileira CCR.
Com oferta de 2,88 bilhões de reais, a CCR levou a concessão de 9 terminais do bloco Sul, o mais cobiçado, ante valor mínimo de 130,2 milhões. A oferta superou as propostas feitas pela espanhola Aena e pelo Infraestrutura Brasil, do Pátria.
A oferta de 754 milhões de reais da CCR também foi a vencedora do Bloco Central, com 6 aeroportos, ante mínimo de 8,1 milhões. A empresa superou proposta feita pelo consórcio Central Airports, formado por Socicam Infraestrutura e o fundo de investimento XP Infra III.
A francesa Vinci, que já opera o terminal de Salvador, ficou com o bloco de sete terminais da região Norte, com lance de 420 milhões de reais, bem acima do mínimo de 47,8 milhões e que bateu seu único rival, o consórcio Aerobrasil, que ofereceu 50 milhões de reais.
O resultado, que inclui também investimento conjunto esperado para os três blocos de aeroportos de cerca de 6,1 bilhões de reais ao longo de 30 anos de concessão, foi celebrado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, num momento em que o governo de Jair Bolsonaro tenta levar adiante sua agenda de privatizações para reanimar a economia atingida pelos efeitos da pandemia da Covid-19.
“O resultado foi extraordinário, considerando os efeitos da crise que atingiram o setor em cheio”, disse Freitas em coletiva de imprensa online após o leilão. “Os problemas conjunturais passam, os contratos vão permanecer e é bom perceber que os grupos estão enxergando as oportunidades e longo prazo.”
Para especialistas do setor, o ágio total de quase 18 vezes o mínimo definido no edital de fato surpreendeu, considerando o número relativamente limitado de concorrentes estrangeiros.
“A despeito da crise atual e dos potenciais efeitos de médio prazo da pandemia sobre o setor aeroportuário, prevaleceu o interesse das companhias que já operam no Brasil e que conhecem melhor o potencial de negócios no longo prazo”, disse à Reuters Ricardo Jacomassi, economista-chefe e sócio da TCP Partners.
O governo federal promove na quinta-feira o leilão de trecho da Fiol, ferrovia de 537 quilômetros na Bahia, para a qual espera investimento de 3,3 bilhões de reais num prazo de 35 anos. Na sexta será vez de cinco terminais portuários, quatro no Porto de Itaqui (MA) um em Pelotas (RS).
A expectativa do governo é de que as concessões de infraestrutura ao longo do atual governo, até ano que vem, tragam investimentos de 260 bilhões de reais nos próximos anos.
                                                             LOTES
O bloco Sul, que a CCR venceu por meio de sua subsidiária Companhia de Participações em Concessões, inclui os terminais de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS).
A empresa também levou o Bloco Central, com os aeroportos de Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís e Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE). A CCR já é operadora do aeroporto de Confins (MG) em parceria com a europeia Flughafen Zürich.
Segundo o presidente-executivo da CCR, Marco Cauduro, como tem cerca de 5 bilhões de reais em caixa, a companhia não deve ter dificuldades para financiar o pagamento da outorga.
“E o resultado de hoje não muda nosso plano de participar em outras licitações”, disse o executivo da companhia, que também opera concessões de rodovias e de mobilidade urbana.
O bloco Norte, arrematado pela Vinci, contém os terminais de Manaus, Tabatinga e Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), e Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC).
Segundo Julio Ribas, executivo da Vinci, a companhia vê possibilidade do terminal de Manaus se tornar um hub para interligar o Brasil a outros países da América Latina.
Ele citou entre os atrativos do aeroporto amazonense seu potencial para cargas e passageiros. “Manaus é o terceiro maior terminal de carga do país, com 120 mil toneladas por ano”, disse ele, acrescentando que o volume é três vezes maior que o movimentado em Salvador.
“Temos apetite para participar em novos leilões de aeroportos”, acrescentou o executivo.
Após o primeiro leilão de aeroportos do governo - o último tinha sido em 2017 -, o ministro da Infraestrutura estimou que a próxima licitação no setor ocorra no primeiro semestre de 2022, envolvendo os dois terminais mais cobiçados pelo mercado, o de Congonhas (SP) e o do Galeão (RJ).


Log-In realiza operação inédita na Argentina (Vitrine 25/03)
A Log-In Logística Intermodal, empresa 100% brasileira de soluções logísticas, movimentação portuária e navegação por cabotagem e longo curso, vem ampliando suas operações no terminal de TecPlata, localizado no Porto de La Plata, em Buenos Aires. No início deste mês foi realizado o primeiro serviço de transbordo de carga da Log-In com dois navios operando simultaneamente, o que possibilitou a conexão marítima entre o porto de Assunção, no Paraguai, e o porto de Santos.
Numa operação inédita, a carga saiu na barcaça Independiente, da armadora Independencia Shipping Line (ISL) do porto de Assunção, atravessou o Rio Paraná e chegou ao terminal de Tecplata, onde atracou simultaneamente com o navio Log-In Jacarandá. Logo em seguida, foi realizada a transferência dos contêineres para o navio da Log-In, que seguiu viagem no mesmo dia em direção ao Brasil, proporcionando vantagens em custos, eficiência e transit time mais rápido para o nosso cliente.
“Essa operação foi um marco para o trade Mercosul e atestou o nosso alto nível de serviço. Seguimos acreditando no potencial da região e nas alternativas que geramos para estimular a competitividade de importadores e exportadores”, destacou o gerente do escritório regional da Log-In em Buenos Aires, Marcelo Oliveira.
Desde 2019, a Log-In escala o terminal de TecPlata regularmente com os navios Log-In Jacarandá, Log-In Jatobá e Log-In Endurance. A conexão marítima na Argentina com carga vinda do Paraguai permite que os contêineres dos navios da Log-In sejam transferidos para navios menores que farão a travessia do Rio Paraná até chegar ao porto de Assunção e vice-versa.
Já na rota Paraguai, mantemos uma parceria com a armadora Independencia Shipping Line (ISL), desde o ano passado, para atender ao porto de Assunção a cada quinze dias. Para viabilizar esse serviço, são dedicados três navios de menor porte, apropriados para navegação fluvial, com capacidade total de 510 TEUs. Os clientes que possuem cargas com destino ao Paraguai são atendidos pelo escritório da Log-In em Buenos Aires e pelo agente da empresa no Paraguai, a Trade Paraguay.



Investimento em aviação regional pode chegar a R$ 1 bilhão em 2 anos
  (Notícias ao Minuto 23/03)
Com a promessa de expandir a aviação regional, os investimentos do Ministério da Infraestrutura no (Minfra) no setor, entre 2019 e o final de 2021, vão chegar a quase R$ 1 bilhão em equipamentos de navegação aérea, reforma e construção de novos aeroportos, nas cinco regiões do país. Segundo a pasta, os recursos direcionados por meio da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) e da Infraero, contemplam 112 municípios.
O objetivo é aumentar a conectividade e possibilitar a ampliação da oferta de voos em todas as 27 unidades da federação. “O governo federal está viabilizando uma grande transformação no setor aéreo, com a melhoria da infraestrutura, do ambiente de negócios e com a desburocratização de processos, buscando ampliar a presença desse modal no interior do Brasil”, destacou o secretário executivo do MInfra, Marcelo Sampaio.
A meta do governo é chegar em 2025 com 200 cidades oferecendo voos regulares. Em 2019, havia 128 aeroportos brasileiros operando de forma regular, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A partir de 2020, a pandemia afetou a oferta de voos. Atualmente, apenas 96 localidades estão sendo atendidas, por conta das restrições e da queda de demanda. Com a diminuição do fluxo de passageiros, o MInfra tem buscado acelerar obras de reforma e ampliação em diferentes aeroportos.
“Temos o desafio urgente e global de superar a pandemia e, num segundo momento, de retomar o crescimento da aviação em nosso país”, destaca o secretário nacional de Aviação Civil do MInfra, Ronei Glanzmann. Parte da estratégia, lembra o secretário, depende de equipamentos adequados e obras de modernização da infraestrutura. Por isso, a ordem no ministério é focar no trabalho para permitir, superados os desafios sanitários, que cada vez mais brasileiros tenham acesso ao transporte aéreo.
A Região Amazônica, com muitos municípios isolados e sem ligação rodoviária é a prioridade. Desde 2019, cerca de R$ 200 milhões estão sendo destinados para obras e aquisição de equipamentos em 25 aeroportos, localizados no interior de Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso e Pará.
Além disso, uma parceria público-privada (PPP) está em fase de estruturação para qualificar oito aeroportos do Amazonas (Parintins, Carauari, Coari, Eirunepé, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Lábrea e Maués), que devem receber R$ 380 milhões em investimentos a partir de 2022. O modelo será o de concessão patrocinada, prevendo a ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos, por gestor privado, com objetivo de melhorar a infraestrutura e a prestação dos serviços. O modelo de PPP deve ser replicado também para outros estados do Norte.
Com licitações autorizadas pelo governo federal em 2020, a expectativa é de construção do novo terminal de passageiros do Aeroporto de Oiapoque (AP), além da reforma e ampliação do Aeroporto de Barreiras (BA), construção de cerca operacional e guaritas do Aeroporto de Barreirinhas (MA), ampliação e adequação do Aeroporto de Patos (PB), implantação de novo terminal de passageiros e ampliação da área operacional do Aeroporto de Santo Ângelo (RS), e da aquisição de equipamentos para o Aeroporto de Cascavel (PR).
“A aquisição de sistema de segurança, já autorizada por meio de licitação, deve beneficiar o Aeroporto de Jericoacoara (CE). Há previsão ainda de ampliação e adequação do Aeroporto de Bom Jesus do Gurguéia (PI), aguardando licitação. A implantação de auxílios visuais à navegação aérea nos Aeroportos de Paracatu (MG) e Rio Verde (GO) estão com obras iniciadas. Os aeroportos de Valença (BA) e Feira de Santana (BA) também têm licitação em andamento para aquisição do Papi (Precision Approach Path Indicator), sistema que auxilia na navegação visual durante o pouso das aeronaves”, informou o ministério.
Parte dos investimentos na aviação regional do Brasil se dá por meio da Infraero. Entre 2019 e 2020, a estatal investiu mais de R$ 610 milhões para a melhoria da infraestrutura em 49 aeroportos da sua rede, incluindo terminais regionais e também de algumas capitais. De acordo com a Infraero, os recursos utilizados somente em aeroportos com perfil regional representaram 43,6% do total investido no biênio.
“Além dos investimentos feitos que permitiram mais conforto e segurança aos usuários nos últimos dois anos, também vamos investir outros R$ 365,1 milhões, entre 2021 e 2022, para melhoria operacional dos nossos aeroportos de capitais, como Congonhas, Santos Dumont, Belém, Manaus e outros. Soma-se a isso, o trabalho que a Infraero tem desenvolvido junto com os governos estaduais e prefeituras para desenvolvimento da aviação regional”, afirma o presidente da Infraero, Brigadeiro Hélio Paes de Barros.
Em 2021, a estatal vai destinar mais R$ 174,5 milhões para a conclusão de obras de reforma e ampliação dos terminais de passageiros de Navegantes (SC), Uberlândia (MG) e Montes Claros (MG); ampliação do pátio e da pista de pousos e decolagens de Foz do Iguaçu (PR), além de investimentos em Joinville (SC) e Petrolina (PE).
Aos investimentos feitos pelo governo federal, vão se somar recursos privados, a partir das concessões de aeroportos. Durante a 5ª rodada, em 2019, foram leiloados 12 aeroportos, sendo sete localizados no interior de Mato Grosso, Ceará, Paraíba e Rio de Janeiro. Os investimentos nos três blocos regionais são de R$ 3,5 bilhões.
Estão previstos R$ 6,1 bilhões em melhorias para o conjunto dos 22 aeroportos que vão a leilão pela 6ª rodada, marcada para 7 de abril próximo. Além de algumas capitais, serão contemplados 13 aeroportos do interior do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Acre, Amazonas, Maranhão e Pernambuco.
Já na 7ª rodada, com leilão no final do ano que vem, serão R$ 5,3 bilhões para 16 aeroportos, sendo nove regionais localizados no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Pará.


Scania vai paralisar produção por 10 dias por causa da pandemia, diz sindicato  (Notícias ao Minuto 23/03)
Após a Volkswagen, a Scania vai paralisar a produção de veículos em São Bernardo do Campo (SP) por dez dias, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que se reuniu para negociar com a montadora.
A parada nas atividades ocorre devido ao agravamento da pandemia e à lotação de UTIs em diversas cidades do país.
Segundo o sindicato, a fábrica irá funcionar até esta quinta-feira (25), depois suspende as atividades e só retomará a produção no dia 5 de abril, após a Páscoa.
A montadora de caminhões e ônibus é a segunda companhia da região do ABC a anunciar a suspensão das atividades neste período.
Na sexta-feira (19), a Volks confirmou interrupção da operação fabril de quarta (24) ao dia 5 de abril, totalizando 12 dias.
A empresa tem fábricas nas cidades paulistas de São Bernardo do Campo, Taubaté e São Carlos, além de uma planta em São José dos Pinhais (PR).
A Volkswagen também atribui a paralisação à piora na pandemia, com aumento da taxa de ocupação dos leitos de UTI nos estados.
"A empresa adota esta medida a fim de preservar a saúde de seus empregados e familiares. Nas fábricas, só serão mantidas atividades essenciais", disse a montadora em nota.
Em abril do ano passado, a crise de Covid alterou toda a cadeia produtiva de veículos, levando à suspensão das linhas de montagem de todas as marcas no Brasil. O setor de automóveis viveu seu pior momento industrial desde a década de 1950.
Após o anúncio de paralisação da Volkswagen, aumentou a pressão pela parada total na região. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC afirma que continua em negociação com as demais empresas da região.
A GM já havia paralisado a produção do Onix, o carro mais vendido do país, por falta de peças. A previsão era que a fábrica de Gravataí, onde o modelo é produzido, retornasse em junho. A montadora, porém, adiou a volta para o mês seguinte, julho.

 

NovaAmérica realiza leilão de equipamentos agrícolas (Vitrine 19/03)
A  NovAmérica, empresa com atuação no mercado sucroalcooleiro, coloca à venda 44 veículos da frota própria até o dia 24 de março. Os interessados podem oferecer lances por meio do Superbid Marketplace.
Os lotes eram utilizados para suporte na produção agrícola e serão renovados. Há opções de carros, máquinas pesadas e utilitários, com valores entre R$ 2,2 mil e R$ 84 mil.
Os tratores Valtra Bh 210, 4x4, ano 2014, são os destaques do leilão. Cada um será leiloado por valores a partir de R$ 84 mil. Também da marca Valtra, tratores Bh 180, 4x4, ano 2011, estão à venda a partir de R$ 42 mil. Uma colhedora de cana recebe lances a partir de R$ 45 mil. Um caminhão Guindauto Mercedes Benz, ano 1996, pode ser arrematado por R$ 75 mil. Também há opções de transbordos usados para transporte de cana picada a partir de R$ 6 mil.
Todos os lotes podem ser visitados na cidade de Tarumã, na Região Oeste do Estado de São Paulo, mediante agendamento prévio, pelo e-mail cac@superbid.net.
O Leilão NovAmérica ocorrerá em– 24 de março, às 15h


IMAM realiza mais um curso on line de PDM (Vitrine 09/03)
O IMAM realizará no próximo dia 11, mais um cusro on line de PDM - Padrão de Descrição de Materiais e PDS - Padrão de Descrição de Serviços. Mantendo para todos os seus cursos regulares, o sistema de EAD - Ensino À Distância, desde o início da pandemia da Covid 19, o IMAM realizará o primeiro do ano sobre PDM.
Conforme o professor e consultor especialista em PDM, Marcos Valle Verlangieri, é muito importante os profissionais de Materiais, se atualizarem com esta técnica, que permitirá ganhos para a empresa, conforme Verlangieri explica:
"Utilizando a técnica de PDM no cadastro de materiais, a empresa fará o Saneamento do mesmo, gerando uma economia média de 20% na redução do estoque e de em torno de 10% na redução dos itens Ativos do cadastro. Fora isto, facilita a mecanização do sistema de Materiais, reduz custos em geral como do capital de giro imobilizado, redução de lead times de compras e de vendas, unificação de sistemas e diminuição ou mesmo zera os problemas de devoluções por não conformidades".
É um curso objetivo de 1 dia com 8 hs de duração. Ainda dá tempo de se inscrever e participar da sua cidade.
Mais detalhes poderão ser vistos na Agenda de Eventos do portal Guia Log.  



Boeing 737 MAX é seguro para retornar ao serviço na Europa, afirma regulador (Reuters 27/01)

O Boeing 737 MAX está seguro para retornar ao serviço na Europa, disse a Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA) nesta quarta-feira, suspendendo a proibição de voos que durou 22 meses após dois acidentes com o jato que causaram 346 mortes.
“Temos plena confiança de que a aeronave é segura, que é a pré-condição para dar nossa aprovação. Mas continuaremos a monitorar as operações do 737 MAX de perto enquanto a aeronave retoma o serviço”, disse o diretor executivo da EASA, Patrick Ky.
“Paralelamente, e por nossa insistência, a Boeing também se comprometeu a trabalhar para aprimorar ainda mais a aeronave no médio prazo, a fim de atingir um nível de segurança ainda maior”, afirmou.



Preços do petróleo sobem com queda em estoques compensando preocupação com Covid (Reuters 27/01)
Os preços do petróleo subiam nesta quarta-feira, com o Brent ultrapassando 56 dólares por barril após dados da indústria mostrarem queda inesperada nos estoques nos Estados Unidos, o que compensou preocupações com a demanda devido aos casos de coronavírus, que ultrapassaram a marca de 100 milhões no mundo.
O Instituto Americano do Petróleo (API) disse que os estoques da commodity nos EUA recuaram em 5,3 milhões de barris, enquanto analistas esperavam um aumento.
O petróleo Brent subia 0,32 dólar, ou 0,57%, a 56,23 dólares por barril, às 8:32 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 0,27 dólar, ou 0,51%, a 52,88 dólares por barril.



Chamado de greve dos caminhoneiros ganha apoio de confederação CNTTL (Reuters 26/01)
O movimento para uma greve dos caminhoneiros na próxima semana ganhou adesão da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), uma das principais entidades da categoria no país.
A instituição, filiada à CUT, informou nesta terça-feira que apoia a greve nacional convocada por organizações menores há algumas semanas para 1º de fevereiro, por tempo indeterminado. A CNTTL afirma que tem 800 mil motoristas em sua base e que orienta todos a aderirem à paralisação.
O porta-voz da CNTTL, Carlos Alberto Litti Dahmer, presidente do Sinditac (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga) de Ijuí-RS, e vice-presidente da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), disse que a categoria não suporta a “insensibilidade” do governo de Jair Bolsonaro e do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre reivindicações do setor.
“Lamentável o reajuste da Tabela do Piso Mínimo de Frete, realizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)”, disse Dahmer em comunicado. “Hoje temos um piso mínimo da fome. Vamos dar um basta nisso. Vamos cruzar os braços no dia 1º.”
“Tivemos um reajuste de 2,51% que é ínfimo. Só para se ter ideia, o preço do pneu teve aumento nos últimos três meses de mais de 60%, seja nacional ou importado”, acrescentou.
Questionada, a CNTTL informou que não pretende promover atos específicos no dia marcado para o início da greve, mas que Dahmer vai mobilizar a adesão de outros caminhoneiros. Mas a entidade não soube precisar qual será o nível de adesão da fragmentada categoria à paralisação.
O Ministério da Infraestrutura afirmou em comunicado que não aceita receber para negociar nenhuma entidade que fale em indicativo de greve e que “nenhuma associação isolada pode reivindicar para si falar em nome do transportador rodoviário de cargas autônomo e incorrer neste tipo de conclusão compromete qualquer divulgação fidedigna dos fatos referentes à categoria”.
Segundo a pasta, “há uma agenda permanente de diálogo com as principais entidades representativas da categoria por meio do Fórum do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), além de reuniões constantes com lideranças da categorias”.
O ministério disse ainda que o fórum, cuja última edição foi organizada em setembro, seguida por reuniões online em dezembro, “tem sido o principal canal interativo entre governo e o setor e que qualquer associação representativa que deseje contribuir para formular política pública pode requerer a sua participação para discutir eventuais temas de interesse da categoria”.
Em 2018, uma greve de caminhoneiros, que contou com apoio de empresários do setor de transportes, paralisou o país por 11 dias em maio, gerando impactos na economia que perduraram ao longo de todo aquele ano.
O movimento foi encerrado após o governo de Michel Temer ceder à pressão dos motoristas e aceitar criar uma tabela de frete mínimo, que passou a enfrentar oposição do setor produtivo, com a disputa em torno da legalidade da criação da tabela ficando parada no STF desde então.
Procurada, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) não comentou o assunto.
O governo de Jair Bolsonaro fez ao longo dos últimos meses algumas concessões aos motoristas, entre elas a inclusão da categoria na lista do grupo de prioridades para receber vacinas contra Covid-19. Quando era pré-candidato ao Palácio do Planalto, Bolsonaro apoiou a greve dos caminhoneiros de 2018.
Na semana passada, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que governo trabalhava na revisão de normas de pesagem de caminhões nas estradas para reduzir custos dos caminhoneiros e lembrou que o governo zerou imposto de importação de pneus.
Além da revisão do reajuste na tabela, os caminhoneiros cobram aprovação da constitucionalidade do mecanismo pelo STF e atribuem à atuação de plataformas digitais Frete-Brás, CargoX e TruckPad a “precarização da categoria pelo país”, disse a CNTTL.




Cursos 2021 do IMAM foram definidos (Vitrine 21/12)

Já estão disponíveis para consulta os cursos de 2021 do IMAM. O portal  Guia Log disponibiliza os na sua Agenda de Eventos.
Como destaque, o curso de PDM - Padrão de Descrição de Materiais, terá opção para ser feito em 4 datas durante o ano (12/03, 01/06, 21/09 e 01/12);
Ótima oportunidade de reciclagem profissional para ser feita em 2021, em várias áreas da logística.
A princípio todos serão on line por EAD – Ensino à Distância.


Consumo de gás natural no Brasil sobe 40% em outubro ante setembro, puxado por térmicas (Reuters 18/12)
O consumo de gás natural no Brasil avançou 39,6% em outubro ante o mês anterior, atingindo 72,86 milhões de metros cúbicos por dia, puxado por uma disparada na utilização pelo setor termelétrico, indicou a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) nesta sexta-feira.
Com um consumo de 31,73 milhões de metros cúbicos diários no mês, um crescimento de 129,1% na comparação mensal, a geração elétrica voltou a superar o segmento industrial como maior consumidor de gás natural no país, o que não acontecia desde janeiro.
O Brasil tem passado por um período longo de seca neste ano, o que reduz os volumes dos reservatórios das usinas hidrelétricas e força o acionamento do parque térmico para atendimento à demanda.
“O comportamento desse mês mostra a importância do gás natural para garantir a segurança energética”, disse em nota o presidente-executivo da Abegás, Augusto Salomon, que pediu por “térmicas a gás regionais na base... para garantir mais previsibilidade num plano de retomada de crescimento econômico sustentável.”
Na indústria, o consumo de gás natural teve alta de 2,9% em relação a setembro, para 27,73 milhões de metros cúbicos/dia, enquanto o segmento automotivo apurou aumento de 21,7%, a 6,5 milhões de metros cúbicos ao dia, chegando a superar o volume visto no mesmo mês do ano passado.
No geral, apesar do crescimento significativo ante setembro, o volume comercializado de gás seguiu 6,87% abaixo do verificado em outubro de 2019, segundo a Abegás. Os segmentos automotivo e de matéria-prima foram os únicos que apresentaram alta na comparação anual.
Em ano fortemente impactado pela pandemia de coronavírus, o consumo mensal de gás natural superou igual período do ano anterior somente em janeiro, quando os efeitos da crise sanitária e econômica ainda não atingiam o Brasil.
Para 2021, a Abegás projeta um ano de mais estabilidade no consumo, com melhora nos patamares conforme mais esclarecimentos a respeito do programa de vacinação contra a Covid-19 surgirem.
“A melhora do quadro sanitário é fundamental para firmar uma confiança dos agentes econômicos. O consumo de gás natural é um indicador que reflete o comportamento da economia”, disse Salomon.

Espanhola Sacyr arremata concessão de rodovia do Rio Grande do Sul (Reuters 18/12)
O consórcio Via Central, do grupo espanhol Sacyr, arrematou nesta sexta-feira a concessão da RSC-287, que interliga as cidades gaúchas de Tabaí e Santa Maria, informou a B3.
A vencedora ofertou tarifa de pedágio de 3,36 reais, deságio de 54,41% em relação à máxima definida no edital, que prevê duplicação dos 204,5 quilômetros da rodovia. O investimento privado será de 2,7 bilhões de reais pelo período de 30 anos.

 

FedEx tem salto no lucro com maior volume de entregas e taxas adicionais (Reuters 18/12)
A FedEx disse na quinta-feira que seu lucro trimestral quase dobrou depois que os aumentos nas taxas e o aumento do volume de entregas ajudaram a reduzir o custo do transporte de encomendas de comércio eletrônico.
O lucro líquido ajustado do segundo trimestre fiscal da FedEx saltou para 1,30 bilhão de dólares, ou 4,83 dólares por ação, de 660 milhões, ou 2,51 dólares por ação, um ano antes. A receita cresceu 19%, para 20,6 bilhões de dólares.
Analistas esperavam lucro de 4,01 dólares por ação e receita de 19,5 bilhões de dólares, de acordo com dados da Refinitiv.
A FedEx e a rival UPS adicionaram uma variedade de sobretaxas e aumentaram os preços para proteger o lucro enquanto lidam com volumes sem precedentes de encomendas durante a pandemia, além do pico tradicional na temporada de fim de ano.
O volume médio diário de pacotes da FedEx Ground, que conta com o Walmart entre seus principais clientes de varejo online, saltou 29%, para 12,3 milhões, durante o trimestre encerrado em 30 de novembro. A receita por pacote aumentou 7% para 9,42 dólares.
“Embora o ambiente geral permaneça incerto, esperamos um crescimento dos lucros na segunda metade do ano fiscal de 2021, impulsionado pela alta demanda antecipada por nossos serviços”, disse o vice-presidente financeiro da FedEx, Michael Lenz, em comunicado.

Leilão 77 de biodiesel negocia 1,176 bi l e preço cai mais de 20%, diz Abiove (Reuters 17/12)
O 77º leilão de biodiesel comercializou 1,176 bilhão de litros para atender a mistura obrigatória de 12% prevista para janeiro e fevereiro, e teve uma redução de preços de mais de 20% na comparação ao certame anterior, informou nesta quinta-feira a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).
Este foi o primeiro leilão após o setor ser atingido por uma baixa oferta de soja, principal matéria-prima para a produção de biodiesel, que levou o órgão regular a reduzir mistura no diesel temporariamente para 10%, no bimestre setembro/outubro, e para 11% em novembro/dezembro.
No leilão 77º leilão, que ainda não foi homologado pela reguladora ANP, houve um processo de retorno à normalidade, e haveria oferta para se fazer até mesmo um B14 (mistura de 14% de biodiesel), disse à Reuters o economista-chefe da Abiove, Daniel Furlan Amaral.
“Naturalmente, não se pode negar o efeito da oferta maior de biodiesel”, afirmou ele, acrescentando que a queda do preço no 77º leilão também se deve à esperada chegada da safra de soja do Brasil, a partir de janeiro, além de fatores cambiais.
Além disso, o Brasil está importando mais óleo de soja, especialmente da Argentina, após o governo ter autorizado o uso de matéria-prima importada para a fabricação de biodiesel.
No acumulado do ano de janeiro a novembro, as importações de óleo de soja somaram cerca de 160 mil toneladas, versus menos de 30 mil no mesmo período de 2019, com os argentinos ofertando mais de 120 mil toneladas e o restante chegando principalmente de indústrias paraguaias. A maior parte das importações ocorreu em outubro e novembro.
A redução da oferta de soja, em meio a preços recordes que acabaram atingindo o mercado de biodiesel em meses anteriores, ocorreu após uma forte demanda da China, que impulsionou as exportações brasileiras mais cedo no ano. O mercado do biocombustível também foi tumultuado pela pandemia em 2020.
A Abiove disse que, se repassada integralmente para o diesel B, a retração de preços do biodiesel permitiria a redução de 0,12 real/litro nos postos.
De outro lado, ressaltou o economista, o diesel fóssil na refinaria da Petrobras já acumula alta de 15% desde o início de novembro.
O comentário foi feito após integrantes do setor de combustíveis terem apontado que um dos fatores de alta do diesel foi o biodiesel mais caro, em meses anteriores.
O volume ofertado no leilão de biodiesel mostra que o setor está preparado para atender uma mistura de 13% a partir de março, acrescentou a Abiove.
Até 2023, a mistura obrigatória de biodiesel chegará a 15% (B15), conforme prevê a resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).
O setor ainda trabalha com projetos para elevação da mistura para 20% (B20) até 2028.

Embraer diz que Hungria assinou contrato para comprar dois KC-390 Millennium (Reuters 17/11)
A Embraer e o governo Húngaro assinaram nesta terça-feira contrato para a aquisição de duas aeronaves de transporte multimissão de nova geração Embraer C-390 Millennium, na configuração de reabastecimento aéreo (AAR), designado KC-390, disse a fabricante de aviões brasileira.
Em nota, sem detalhar valores do negócio, a Embraer acrescentou que estão contemplados no contrato treinamento de pilotos e técnicos, bem como outros serviços e suporte. As entregas estão programadas para começar em 2023.



Ecorodovias tem queda de 9,2% no tráfego no período de pandemia (Reuters 17/11)
A Ecorodovias verificou queda de 9,2% no volume de tráfego consolidado de suas rodovias de 16 de março a 15 de novembro, que reflete impactos da pandemia de Covid-19 no Brasil, frente a intervalo similar em 2019.
Tal desempenho sugere alguma recuperação frente ao declínio de 9,4% no período de 16 de março a 8 de novembro. [nS0N2HC02C]
Na rodovia dos Imigrantes, um dos principais ativos da empresa, a redução no tráfego passou de 10,7% para 10,4% na mesma base de comparação.



Preço do diesel nos postos do Brasil sobe na 1ª quinzena do mês, diz Ticket Log (Reuters 16/11)
O preço médio do diesel nos postos de combustíveis do Brasil avançou 0,8% na primeira quinzena de novembro em relação ao valor de fechamento de outubro, mas se manteve abaixo dos níveis verificados em igual período do ano passado, disse a Ticket Log nesta segunda-feira.
Segundo o Índice de Preços Ticket Log (IPTL), o valor médio do litro do diesel nos postos atingiu 3,713 reais nos quinze primeiros dias do mês. Na comparação anual, a queda é de 5,5%.
A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil que administra 1 milhão de veículos, afirmou que o valor do combustível mais consumido do país aumentou em todas as regiões no período.
Na última semana, a Petrobras elevou o preço do diesel em 5% em suas refinarias, no primeiro reajuste de novembro --que após um corte no valor do combustível no mês passado.
O repasse dos reajustes aos consumidores finais nos postos, no entanto, depende de uma série de fatores, incluindo margem de distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.
O Brasil passa por um período de retomada no consumo de combustíveis, diante da flexibilização das medidas restritivas impostas em meio à pandemia de coronavírus. A BR Distribuidora, maior distribuidora de combustíveis do país, disse na semana passada que vê melhores volumes de vendas de etanol, gasolina e diesel no quarto trimestre.
De acordo com a Ticket Log, a região Norte possuía o diesel mais caro do Brasil na primeira quinzena de novembro, enquanto o menor preço estava no Sul. O Sudeste foi quem registrou o aumento mais acentuado nos valores médios, de 1,39%.
“Assim como o diesel comum, todas regiões brasileiras apresentaram aumento para o diesel S-10, que chegou a ficar 1,37% mais caro no Norte do país”, afirmou em nota o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.





IMAM abre mais uma data para o curso aberto de PDM, ainda este ano (Vitrine 06/10)

O IMAM realizou este ano 3 cursos abertos de PDM - Padrão de Descrição de Materiais e PDS - Padrão de Descrição de Serviços. Devido ao aumento de consultas e interesse pelo assunto, resolveu abrir mais uma data. Está programado para ser realizado no dia 30 de novembro. É um curso de 1 dia com 8 hs de duração.
Mais detalhes poderão ser vistos na Agenda de Eventos do portal Guia Log.  


Demanda por voos da Azul estende retomada em setembro, mas ainda cai 59% ano a ano (Reuters 05/10)
A companhia aérea Azul informou nesta segunda-feira que seu tráfego de passageiros consolidado em setembro subiu 23,5% ante agosto, estendendo a recuperação dos últimos meses.
No entanto, o número ainda foi 59,4% menor do que em setembro de 2019, refletindo os efeitos devastadores das medidas de isolamento social tomadas desde março para conter a pandemia da Covid-19.
A oferta de assentos pela companhia em setembro foi 16% maior na base sequencial, mas 57,9% mais baixa do que um ano antes. Com isso, a taxa de ocupação de 80,2%, alta de 4,8 pontos percentuais sobre agosto e queda de 3,1 pontos ano a ano.


ANP aprova consulta pública sobre venda direta de etanol do produtor ao revendedor (Reuters 02/10)
A diretoria colegiada da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou na quinta-feira a realização de uma consulta pública de 45 dias sobre a possibilidade de venda direta de etanol do produtor ao revendedor, informou a reguladora nesta sexta-feira.
A proposta, que prevê a revisão de um artigo da Resolução 43/2009, visa flexibilizar as restrições de comercialização do biocombustível, reduzindo os custos das usinas, por meio da criação de distribuidor vinculado, disse a ANP.
O assunto é de interesse de distribuidoras como a BR, Ipiranga, do grupo Ultra, e Raízen, joint venture das companhias Cosan e Shell.
“O tema vem sendo amplamente discutido pela agência... o único obstáculo à implementação da medida é o eminente risco de desequilíbrio concorrencial originado do arranjo tributário vigente”, afirmou o órgão regulador em comunicado.
Atualmente, há tributações nas cadeias de produção e distribuição, e a retirada obrigatória do elo distribuidor poderia acarretar vantagem competitiva não isonômica e perdas significativas de arrecadação, segundo a ANP.
Para lidar com a questão, a agência propõe a criação do distribuidor vinculado, um novo agente regulado que seria cadastrado pelo órgão regulador e vinculado ao fornecedor de etanol.
“A ANP pretende dar mais opção aos agentes envolvidos na comercialização de etanol e elaborar norma mais aderente à prática do mercado, trazendo ganhos logísticos regionais e reduzindo custos regulatórios impostos ao mercado”, acrescentou a agência.
A audiência pública sobre o tema, a ser realizada por videoconferência, ainda terá sua data definida.






Randon tem alta de 10% na receita líquida em agosto (Reuters 21/09)
A Randon teve alta de 10% na receita líquida consolidada em agosto na comparação com igual período do ano anterior, para 497,5 milhões de reais, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira.
Tal desempenho representa uma forte aceleração na recuperação ante os meses anteriores na comparação ano a ano - em julho a companhia ainda registrou recuo de 3%, sendo que em abril o declínio chegou a 52,4%.
No acumulado dos oito primeiros meses de 2020, a receita líquida mostra declínio de 9% frente à mesma etapa de 2019, a 3,06 bilhões de reais.

Leilão de biodiesel complementar negocia 8,5 mi litros, diz ANP; preço salta 25%  (Reuters 18/09)
O 75° leilão de biodiesel complementar negociou um total de 8,5 milhões de litros do combustível renovável para atendimento à mistura obrigatória no diesel, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em comunicado.
O preço médio do certame, de 5,723 reais por litro, representou ágio médio de 38,13% frente à média ponderada dos preços máximos de referência regionais e ainda um avanço de 25% na comparação com o leilão complementar anterior, no final de julho.
O preço também foi superior ao valor médio de 5,043 reais/litro registrado no 75° leilão, cujos resultados foram divulgados em 31 de agosto, que negociou 1,19 bilhão de litros.
Os leilões têm ocorrido em meio a uma alegada falta de matéria-prima para produção de biodiesel, dadas as exportações de soja do Brasil em nível quase recorde, puxadas pela forte demanda chinesa.
Nesse cenário, o governo reduziu temporariamente a mistura obrigatória de 12% para 10% em setembro e outubro.
A ANP afirmou que, na etapa de apresentação das ofertas para atendimento à mistura obrigatória, em 11 de setembro, seis produtores disponibilizaram volume total de 9,5 milhões de litros de biodiesel.
Na fase de seleção de ofertas, em 14 de setembro, o volume foi todo arrematado, disse a ANP, enquanto não houve negócios concretizados na etapa de reapresentação de ofertas, no dia 15.
O processo de apresentação de ofertas de biodiesel pelas usinas e de seleção pelos distribuidores para mistura voluntária ocorreu no dia 16, sem nenhuma oferta realizada e portanto sem negociações efetivadas, acrescentou a agência.
O 75° leilão complementar visou garantir o abastecimento de diesel no mercado nacional entre 21 de setembro e 31 de outubro.




Resultados Log-In Logística Intermodal no 2º Trimestre 2020 (Vitrine 24/08)
A Log-In Logística Intermodal, empresa de capital aberto, 100% brasileira, que planeja, gerencia e opera a movimentação de cargas por meio da navegação por cabotagem, movimentação portuária e soluções logísticas customizadas, anunciou há alguns dias os resultados  do 2º Trimestre de 2020. Mesmo diante das adversidades e do cenário atípico e desafiador por conta da pandemia mundial da Covid-19, a Log-In Logística Intermodal apresentou resultados bastante resilientes e superiores ao desempenho do mercado.
A empresa conseguiu minimizar os impactos da pandemia de maneira bastante eficiente, tanto nas atividades econômicas como também em seu principal ativo, a sua gente. Neste período, a estratégia comercial focou-se em captar volumes das indústrias menos afetadas pela pandemia. Já do ponto de vista de gente, 100% dos colaboradores dos escritórios, cujas funções permitam tal modelo de trabalho, priorizando os grupos de risco, trabalharam de forma remota (home office) e um planejamento especial para os marítimos foi executado, com medidas preventivas relacionadas à COVID-19, durante o processo de troca da tripulação dos navios.
“Este foi sem dúvida um trimestre com desafio redobrado diante do processo de enfrentamento da pandemia de Covid-19, as diversas ações tomadas no trimestre passado, bem como os aprendizados que tivemos neste, foram fundamentais para que a Companhia conseguisse operar integralmente em seus terminais, bem como em todos os serviços de navegação, contribuindo decisivamente para a logística de nossos clientes”, ressalta Marcio Arany, diretor presidente da Log-In Logística Intermodal.
O EBITDA consolidado ficou na casa de R$57,5 milhões no 2T20.  (R$76,5 milhões no 2T19). Excluindo os impactos não recorrentes de R$32,3 milhões, houve um crescimento robusto de 24,4% no 2T20, apesar do cenário adverso, o que demonstrou robustez nas operações da companhia. Além da 3ª Emissão de Debêntures, concluída em 10 de junho de 2020, captando R$71,4 milhões, merece destaque no trimestre o início da operação do navio Log-In Endurance em 1º de maio de 2020. A embarcação entrou no Serviço Atlântico Sul (SAS). Com isso, a Companhia concluiu o plano de recomposição da sua frota, passando a possuir e operar 100% de sua frota, com seis navios próprios.
Convém lembrar que os resultados foram impactados por eventos não recorrentes, como receita decorrente de reconhecimento de AFRMM (Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante) judicializado de 2T19, no valor de R$ 15,9 milhões; impacto positivo de leasing de contêiner em 2T19, em função de ajuste da norma IFRS-16, no valor de R$ 6,2 milhões; e despesa de R$10,2 milhões em 2T20, sem impacto no caixa, devido ao reconhecimento antecipado do custo do 1º Programa do 2º Plano de Opções da Companhia.
                                                                     Navegação Costeira
Segundo Maurício Alvarenga, diretor comercial da Companhia, o impacto da pandemia, em especial no segmento de bens duráveis, como automotivo, eletrônicos e linha branca, refletiu-se na queda de volumes transportados com relação ao segundo trimestre de 2019. Apesar da demanda de carga no 2º trimestre deste ano no transporte rodoviário de cargas geral no Brasil ter registrado queda superior a 40% neste período, a cabotagem apresentou-se como opção favorável para indústrias manterem as suas logísticas funcionando e ainda controlarem os seus custos em um momento de grande dificuldade.
Analisando o mercado de Cabotagem no 2T20, houve similar impacto da retração da atividade econômica em função da pandemia. Houve redução significativa nos volumes da indústria e mudança no mix de produtos transportados nesse novo cenário. Pelos dados colhidos na ABAC - Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem – a movimentação de contêineres em TEUs para Empresas brasileiras de navegação associadas à ABAC reduziu 18% do 2T19 para 2T20.
A desvalorização do real junto ao dólar juntamente com contínuo trabalho de melhoria de mix das cargas transportadas, teve efeito muito positivo na rentabilidade do negócio de navegação, fazendo com que o percentual de margem de contribuição neste trimestre ficasse em 64,2%, melhor obtido até então.
O EBITDA da Navegação Costeira foi de R$59,2 milhões no 2T20 (R$69,2 milhões no 2T19). Excluindo os impactos não recorrentes de R$22,1 milhões no 2T19, houve um crescimento de 25,7% no 2T20.  Já o ROL da Navegação Costeira (Contêineres) foi de R$172,2 milhões no 2T20, em linha com a receita do 2T19 (R$173,4 milhões), devido ao sucesso da estratégia comercial adotada para o período.
“Tivemos um semestre atípico com isolamento social parcial e quase que total em algumas regiões, muitos dos nossos clientes entraram em férias coletivas ou tiveram suas operações interrompidas. Mesmo nesse cenário adverso, o nosso cenário de navegação mostrou-se resiliente e muito forte. Nesse cenário de crise, conseguimos acelerar o processo de conversão de cargas, conquistamos novos clientes, oriundos do modal rodoviário, e para os próximos trimestres seguiremos firmes em nosso propósito de contribuir com o desenvolvimento de uma matriz de transporte brasileira mais eficiente e sustentável”, ressalta.
                                                                 Terminal de Vila Velha – TVV
Ilson Hulle, diretor de terminais da Companhia, afirmou que o TVV, assim como todo setor portuário sofreu impacto em seus volumes no segundo trimestre deste ano, por conta da forte retração do comércio mundial.  No entanto, os resultados do negócio demonstraram uma forte resiliência em decorrência de uma série de ações antecipadas, logo que se percebeu a chegada da pandemia.
Apesar da queda na movimentação de contêineres em relação ao mesmo período do ano passado, quando a situação econômica era bastante diferente, e do forte impacto da Covid-19 na economia americana, gerando retração no embarque de chapas de granito para esse destino. Importante ressaltar que essa retração se concentrou no 2T20 e que, com a abertura da economia norte-americana, está ocorrendo forte retomada desde negócio. Além disso, o TVV foi beneficiado pelos bons volumes de exportação de café para Europa, Estados Unidos e Ásia, o que contribuiu para amenizar o impacto da crise. O consumo se mostrou estável, os preços internacionais estão acima da média dos últimos anos e o câmbio atual favorece o produtor local. A expectativa é que volumes continuem fortes no 2º semestre deste ano.
O EBITDA do TVV deste trimestre mostrou-se resiliente, atingindo o patamar de R$19,3 milhões, com redução de apenas 5,9% vs. 2T19. Considerando o semestre, o EBITDA teve performance superior, chegando ao valor de R$ 45,4 MM, 12,4% acima do 1S19.


Comércio exterior perde o empresário Milton Lourenço (Vitrine 22/08)
O empresário Milton Lourenço Dias Filho, 67 anos, faleceu ontem (21), em São Paulo, vítima de complicações em tratamento de câncer. Colunista da seção de Porto & Mar do jornal A Tribuna, de Santos, desde dezembro de 2018, o empresário era presidente do Grupo Fiorde, constituído pelas empresas Fiorde Logística Internacional, FTA Transportes e Armazéns Gerais e Barter Comércio Exterior (trading company), todas com matriz em São Paulo e filiais em vários Estados. O funeral será hoje (22), às 12 horas, na Memorial Necr&o acute;po le Ecumênica, em Santos.
Milton Lourenço, como assinava seus artigos, era também diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional das Empresas Transitárias, Agentes de Cargas, Comissárias de Despachos e Operadores Intermodais (ACTC).
Desde 2001, mantinha intensa colaboração na mídia com artigos de economia sobre logística, portos e comércio exterior para jornais, revistas e sites do Brasil e de Portugal e dos demais países de Língua Portuguesa. Em 2005, lançou o livro Logística: os desafios do século XXI, reunindo artigos publicados até aquela data. Para este ano, tinha programado o lançamento de seu segundo livro, Logística: os novos desafios, com artigos publicados em A Tribuna e em outros jornais, revistas e sites, dentro do programa de comemoração dos 35 anos de criação do Grupo Fiorde. Segundo sua filha, Luiza Lourenço, gerente de RH e Quali dade da Fiorde Logística Internacional, o lançamento do livro será mantido.
Milton Lourenço atuava no ramo de comércio exterior desde 1967, época em que começou a trabalhar em Santos como auxiliar de escritório na antiga Sociedade Brasileira de Despachos Ltda., depois Companhia Brasileira de Comércio Exterior, onde chegou ao cargo de gerente da matriz em São Paulo. Fundou em 1985 a Fiorde Assessoria e Despachos Ltda., hoje mais conhecida como Fiorde Logística Internacional, num pequeno escritório situado à Praça da República, em São Paulo, mas, em poucos anos, ampliou sua atividade de assessoria aduaneira, criando a divisão de transitário de cargas e, em seguida, a divisão de transporte rodoviário e o seu armazém geral.
Provedor logístico com capacidade para atender às necessidades dos clientes nas áreas de importação e exportação, assessoria aduaneira e agenciamento de cargas (freight forwarder) aéreas e marítimas, além de operar como Non Vessel Operator Common Carrier (NVOCC) e armazenamento, a Fiorde conta com mais de 350 funcionários e mantém filiais em Santos, Campinas, Jacareí, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Manaus e Itajaí e nos aeroportos de Guarulhos e Viracopos, além de agentes subcontratados nos principais portos e aeroportos do País e parcerias nos cinco continentes.
Oferece amplo programa de serviços para o setor logístico que inclui carga projeto, door to door, Delivery Duty Paid (DDP), Delivery Duty Unpaid (DDU), assessoria e consultoria aduaneiras, projetos de draw back, laudos técnicos, embarques aéreos e marítimos FCL/LCL, entre outros.

 



Esta página é parte integrante do www.guiadelogistica.com.br ou www.guialog.com.br .