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                 Notícias Importantes


Caminhoneiros cobram do governo diesel mais barato e ameaçam greve nacional (Reuters 18/05)
Milhares de caminhoneiros autônomos do país podem cruzar os braços a partir da próxima segunda-feira, em uma manifestação que cobra do governo reduzir a zero a carga tributária sobre o diesel e que pode contar com apoio de outras categorias que têm no combustível o principal custo.
“Se hoje não tiver uma resposta (do governo sobre as reivindicações) até as 18h, a gente já vai começar a se preparar para parar a partir da segunda-feira”, disse o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes. “Tem hora e dia para começar, mas não para acabar”, acrescentou.
Questionado nesta sexta-feira, o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, afirmou que o governo está sensibilizado com a alta dos preços e que já está discutindo formas para uma redução de impostos.
Uma paralisação no transporte poderia afetar, entre outros setores, a indústria de soja, cuja colheita no Brasil terminou recentemente. Isso em um momento em que o mercado internacional conta com o produto do país, o maior exportador global. O movimento promete ser mais forte justamente no Centro-Oeste e no Sul, as principais regiões brasileiras produtoras de grãos.
A entidade que organiza o protesto reúne cerca de 600 mil caminhoneiros autônomos de um total de cerca de 1 milhão de motoristas no Brasil e cobra o governo desde outubro do ano passado a queda nos custos do diesel.
Mais cedo, a Petrobras anunciou que vai subir os preços do diesel em 0,80 por cento e os da gasolina em 1,34 por cento nas refinarias a partir do sábado, elevando os valores dos combustíveis a novas máximas de 2,3488 reais o litro de diesel e 2,0680 reais o litro de gasolina.
“Isso até parece que é para provocar a gente”, disse Lopes, sobre o novo reajuste anunciado pela petrolífera.
Desde que a Petrobras implantou em julho do ano passado sistema de reajustes de preços dos combustíveis quase que diários, que busca acompanhar as cotações internacionais do petróleo e o câmbio, o diesel e a gasolina tiveram aumento de quase 50 por cento nas refinarias da empresa, com uma boa parcela sendo repassada para os postos.
O setor de combustíveis, entretanto, afirma que boa parte do custo dos combustíveis na bomba se deve a impostos. No caso da gasolina, os tributos respondem por cerca de 50 por cento do valor nos postos.
A ameaça dos caminhoneiros está sendo feita em momento em que a federação de nacional de comércio de combustíveis (Fecombustíveis), que representa os donos de postos, também faz um apelo por mudanças tributárias, afirmando que a política de preços da Petrobras está causando prejuízos ao setor. Segundo a comunicado da entidade nesta semana, uma alteração nos tributos amenizaria as perdas.
Apesar de serem autônomos, grande parte dos caminhoneiros é vinculada a sindicatos, que desde o início desta semana têm comunicado os motoristas via telefone e WhatsApp sobre uma provável paralisação a partir da segunda-feira.



Logística no Brasil preocupa agricultor e exportador de soja no início da colheita (Reuters 06/02)

Conforme os produtores de soja brasileiros começam a colheita, os problemas em uma estrada que liga a principal região agrícola do país aos portos do norte fornecem novas evidências de que o maior exportador mundial da oleaginosa está longe de resolver seus gargalos logísticos. Nos últimos dias, caminhoneiros transportando soja publicaram inúmeros vídeos, incluindo filmagens de drones, nas redes sociais mostrando que não conseguiram avançar em um trecho não pavimentado da rodovia federal BR-163, no Pará.
A área mais afetada foi em torno do distrito de Moraes Almeida, da cidade de Novo Progresso, onde o tráfego foi interrompido por cerca de 60 quilômetros, disse à Reuters o vice-prefeito Gelson Dill. A fila de caminhões começou a se formar oito dias atrás, mas desde então foi reduzida para 25 km, disse ele.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), disse que o tráfego estava gradualmente voltando ao normal na manhã desta terça-feira entre Moraes Almeida e nas proximidades de Riozinho, e não havia filas de espera. No entanto, em Novo Progresso, o tráfego sentido norte permaneceu parcialmente bloqueado, disse o departamento.
“Se o tempo permanecer seco, os caminhões que aguardam em Novo Progresso poderão continuar a viagem em dois dias”, disse Dill.
O Dnit estimou 36 horas.
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso, (Aprisoja), disse que “milhares” de caminhões ficaram presos em torno de Moraes Almeida depois que bloqueios do Exército interromperam o tráfego para manutenção e construção.
Um porta-voz do Exército não comentou de imediato.
Sergio Mendes, diretor-geral da Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec), disse que problemas na BR-163 impactam a imagem do Brasil como um exportador de soja confiável.
Os dados da Anec mostram que um volume de 6,3 milhões de toneladas, ou 9 por cento da soja exportada no Brasil, foi enviado pelos portos de Santarém e Barcarena, na região norte, em 2017.
A BR-163 é a principal ligação entre as áreas de soja do Mato Grosso e os portos fluviais do norte. No ano passado, o governo destacou o Exército para pavimentar um trecho de 65 km, mas o trabalho provavelmente não será concluído em breve, disse Dill.
Uma emissora local de TV citou o coronel Alessandro da Silva dizendo que um comboio de Teresina, no Piauí, foi para Moraes Almeida para realizar trabalhos de pavimentação. Silva disse que as chuvas em janeiro impediram que quase 4 mil caminhões transitassem ao longo dos trechos não pavimentados da BR-163.
Cerca de 220 funcionários, incluindo a Polícia Rodoviária Federal e oficiais do Exército, foram alocados ao logo da rodovia BR-163 em dezembro para organizar o trânsito em determinados trechos não pavimentados, disse o Dnit.

GM aposta em caminhões e utilitários esportivos para elevar margens (Reuters 06/02)
A General Motors disse nesta terça-feira que as vendas combinadas de mais de picapes e utilitários esportivos médios na América do Norte devem ajudá-la a compensar os maiores custos de commodities em 2018 e manter as margens antes de impostos superiores a 10 por cento.
A montadora apresentou resultados trimestrais melhores do que o esperado, uma vez que o corte de custos e os preços mais elevados dos veículos compensaram uma queda de dois dígitos no volume de vendas dos Estados Unidos. A GM previu que 2018 será um ano forte globalmente e na América do Norte.
A presidente-executiva, Mary Barra, disse a analistas que a GM espera que seu desempenho financeiro “acelere ainda mais em 2019”, quando a montadora lança caminhões pesados ​​redesenhados e utilitários esportivos na América do Norte, bem como uma nova série de compactos de baixo custo em mercados emergentes.
A margem global antes de impostos da GM foi a 8,2 por cento no trimestre, ante 6,5 por cento um ano antes. A margem antes de impostos na América do Norte foi de 10,7 por cento.
As vendas da montadora cresceram na contramão das vendas de veículos novos da indústria automotiva nos EUA, que caíram cerca de 2 por cento em 2017, após atingir um recorde em 2016. As vendas deverão cair em torno de mais 2 por cento em 2018.
A GM reportou prejuízo de 4,9 bilhões de dólares, ou 3,46 dólares por ração, no quarto trimestre, ante lucro de 2,1 bilhões de dólares, ou 1,36 dólar por ação, no ano anterior. A montadora disse que registrará uma despesa de 7,3 bilhões de dólares referente a nova regulação tributária norte-americana.
Excluindo itens extraordinários, a montadora teve lucro de 1,65 dólar por ação. Nessa base, os analistas esperavam lucro por ação de 1,38 dólar.



Autoridades dizem que Porto de Santos está preparado para safra 2018, mas falam em melhorias (Reuters 24/01)

Principal terminal de exportação do Brasil, o Porto de Santos (SP) está preparado para o escoamento da safra de grãos deste ano, embora melhorias estejam no radar para garantir os embarques, disseram autoridades em nota.
Os representantes se reuniram na terça-feira para discutir os planos relativos ao escoamento da safra de grãos deste ano, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em quase 230 milhões de toneladas, a segunda maior da história.
Em 2017, milho, complexo soja (grão e farelo) e açúcar responderam por 60,6 por cento do total de exportações e 43,6 por cento do movimento geral de cargas operadas pelo Porto de Santos.
Ao todo, o Porto de Santos movimentou um recorde de quase 130 milhões de toneladas de cargas no ano passado.
Conforme o diretor executivo do Sindicato dos Operadores Portuários (Sopesp), José dos Santos Martins, os terminais estão plenamente capacitados para atender a chegada da safra sem transtornos, como nos últimos três anos.
“Não haverá problemas para a cidade de Santos, pois toda a chegada de caminhões está agendada eletronicamente”, afirmou em nota.
Também presente à reunião, realizada em Santos, o vice-governador do Estado de São Paulo, Márcio França, afirmou que vai se empenhar para a implantação do acesso alternativo ao Porto de Santos na entrada da cidade, projeto que está em desenvolvimento.
“É chegada a hora de darmos soluções. O Porto vem batendo recordes atrás de recordes, e eu quero me colocar à disposição da diretoria da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) e dos operadores portuários para agilizar as obras”, comentou.

Demanda por voos domésticos no Brasil em 2017 cresce 3,5% ante 2016, diz Abear (Reuters 23/01)
A demanda por voos domésticos no Brasil em 2017 cresceu 3,51 por cento na comparação com 2016, registrando o terceiro melhor resultado histórico anual, disse nesta terça-feira a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).
Segundo a entidade, que representa as companhias aéreas Latam, Gol, Azul e Avianca, em dezembro o setor transportou 8,4 milhões de passageiros em dezembro, um crescimento de 5,76 por cento no volume mensal, no décimo mês seguido de expansão.
A demanda total de dezembro foi a segunda melhor já registrada para o mês e a segunda melhor do ano de 2017, atrás apenas do mês de janeiro, de acordo com os dados da Abear.
Já a oferta de voos domésticos cresceu 3,38 por cento em dezembro sobre o mesmo mês do ano anterior e fechou 2017 com avanço de 1,68 por cento sobre 2016. Com o resultado dezembro, a indústria apurou seis meses seguidos de expansão na oferta de assentos para voos nacionais.
Com isso, a taxa de ocupação das aeronaves em voos domésticos no ano passado foi a melhor já registrada pela Abear, atingindo 81,59 por cento e crescendo 1,45 ponto percentual ante 2016.
“A aviação doméstica já conseguiu repor cerca de 2,5 milhões de passageiros em relação aos 7 milhões que havia perdido em 2016 como efeito da crise econômica”, afirmou a Abear.
A Gol ficou na liderança em termos de participação no mercado doméstico em 2017 e em dezembro, com fatias de 36,35 e 38,13 por cento, respectivamente. A companhia foi seguida pela Latam, com participações de 32,74 por cento em 2017 e de 31,79 por cento em dezembro. A Azul teve parcelas de 17,92 e 17,45 por cento, respectivamente, e a Avianca 12,99 e 12,64 por cento, segundo os dados da Abear.

Parceria de Ipiranga e Chevron, Iconic Lubrificantes nasce em bom momento do setor, diz CEO (Reuters 23/01)
A Ipiranga, do grupo Ultrapar, e a norte-americana Chevron anunciaram nesta terça-feira o início da operação de sua joint venture Iconic Lubrificantes, em um momento de boas perspectivas para o segmento no país, afirmou à Reuters o presidente da nova companhia, Leonardo Linden.
Ele disse esperar que o mercado do segmento acompanhe a recuperação da economia brasileira e que a Iconic possa tomar vantagem de seu posicionamento no mercado, uma vez que a empresa já nasce como líder de vendas.
Ao unir operações da Ipiranga e da Chevron no setor, a Iconic possui cerca de 24 por cento do mercado no país, segundo dados da ANP, deixando em segundo lugar a BR Distribuidora, controlada pela Petrobras, com 22,6 por cento.
“A expectativa (da Iconic Lubrificantes) para os próximos anos é positiva pelo cenário como um todo”, afirmou o executivo.
A Iconic integra os negócios de desenvolvimento, produção, distribuição e venda de lubrificantes, graxas, fluidos e coolants de ambas as empresas.
O segmento de lubrificantes tem o desempenho geralmente associado ao comportamento da economia brasileira, e a indústria acredita que as vendas em 2017 devem ter o primeiro crescimento ante o ano anterior após três anos de queda, em meio a um início da recuperação do Brasil após a mais longa recessão em décadas.
No ano passado até novembro, as vendas somaram 1,18 milhão de metros cúbicos, ante 1,2 milhão em todo 2016, segundo os dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Ipiranga e Chevron anunciaram um acordo para formação da joint venture em agosto de 2016, e a decisão favorável do órgão antitruste brasileiro (Cade) sobre o negócio foi anunciada fevereiro do ano passado. A formalização da empresa ocorreu em dezembro.
“Até agora o que nos unia era um contrato, a partir de hoje o que nos une realmente é uma marca nova; uma marca corporativa”, disse Linden, ressaltando que a Iconic tem os direitos de uso das já conhecidas marcas de produtos de suas donas, como a Texaco, da Chevron.
A partir da combinação da Ipiranga com a Chevron, a Iconic Lubrificantes conta com um portfólio de cerca de 1.300 produtos, segundo Linden, além de três fabricas, que produzem cerca de 340 milhões de litros de lubrificantes, graxas, fluidos e coolants anualmente.
Em um primeiro momento, disse ele, o objetivo será a integração das atividades de ambas as empresas e a busca por oportunidades de melhorias internas, além do atendimento de clientes de diversos segmentos-- como indústrias em geral, grandes consumidores, montadoras de veículos, clientes marítimos, usinas e a rede de Postos Ipiranga, com mais de 7.800 pontos de venda.
A empresa conta ainda com mais de 1.600 unidades Jet Oil, rede de serviços de troca de óleo, além de cerca de 100 mil clientes varejistas em bases regulares. 
“Passada toda essa fase de ajuste da empresa, transição e integração das operações, a gente também espera ter um bom ano, principalmente sob o ponto de vista de performance e de melhoria de eficiência”, disse o executivo, sem citar números.


Proposta de maior mistura de biodiesel ao diesel será avaliada em reunião do CNPE (Reuters 06/11)
O governo levará à próxima reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), na próxima quinta-feira, a proposta de antecipar o aumento da mistura de biodiesel no diesel para 10 por cento para março de 2018, afirmou nesta segunda-feira o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix.
”A mensagem que trago aqui, em nome do ministro Fernando Coelho Filho, é de que levaremos na próxima reunião extraordinária do CNPE a proposta de antecipar o aumento da mistura de biodiesel no diesel de março de 2019 para março de 2018”, afirmou Félix, durante em evento da consultoria Datagro em São Paulo.
Félix já havia afirmado em setembro que o governo, até o fim do ano, anteciparia o aumento da mistura, dos atuais 8 por cento (B8) para 10 por cento (B10). O tema agora será oficialmente levado para análise do CNPE, colegiado que reúne autoridades do governo federal relacionadas ao setor de energia.
Cálculos das Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove) mostram que, se a mistura passar para B10 em março, a produção de biodiesel poderia ir a 5,3 bilhões de litros em 2018, representando economia de 3,2 bilhões de dólares com importação de diesel. Para 2017, a fabricação de biodiesel está estimada em 4,2 bilhões de litros.
Em paralelo, Félix comentou que o ministro Fernando Coelho Filho participa nesta segunda-feira de reunião com o presidente Michel Temer que tem como um dos temas o RenovaBio, programa de incentivo aos biocombustíveis atualmente em discussão no governo.

Porto do Itaqui projeta exportação maior em 2017 após safra recorde no Brasil (Reuters 03/11)
O porto brasileiro do Itaqui, o de águas profundas mais próximo ao Canal do Panamá, projeta para 2017 um aumento no volume embarcado graças a uma safra de grãos recorde e ao desenvolvimento de uma nova fronteira agrícola no norte do país.
A maior parte da carga de exportação do Itaqui chega via linha férrea, modal considerado mais eficiente que as estradas. É o porto público mais profundo do Brasil, e o tempo de viagem para Europa e América do Norte a partir de lá pode ser sete dias mais curto se comparado a terminais do sul do país.
Itaqui movimenta minerais, grãos, fertilizantes, remessas de combustível e celulose. Até recentemente, foi estratégico para a Petrobras, que aproveitava seu profundo calado para importar combustível em grandes embarcações.
Com uma mudança na estratégia da Petrobras, que praticamente anulou suas operações de transbordo com combustíveis no porto, os grãos tornaram-se ainda mais importantes para as atividades do Itaqui, disse Ted Lago, chefe da empresa estatal maranhense que administra o porto, em uma entrevista por telefone.
Após a mudança da Petrobras, os volumes gerais de carga em 2016 caíram cerca de 23 por cento, num momento em que o novo terminal de grãos do Itaqui ainda estava intensificando suas operações. Uma queda na produção de grãos na região de Matopiba, a nova fronteira agrícola do Brasil, também impactou o volume movimentado no porto no ano passado.
No entanto, a safra em Matopiba se recuperou, e o Brasil teve uma colheita de grãos recorde neste ano. Com isso, o volume total movimentado por Itaqui deve aumentar 12,5 por cento, para 19 milhões de toneladas, com os grãos representando 8 milhões de toneladas, disse Lago.
Ainda assim, recentes questões regulatórias ameaçaram a ambição de Itaqui de se tornar um dos portos públicos mais eficientes do Brasil.
Depois de empresas como a Louis Dreyfus e a Glencore International gastarem cerca de 600 milhões de reais para construir um novo terminal de grãos como parte de um consórcio, uma regulamentação da Antaq limitou a quantidade de grãos que um operador estabelecido, a VLI Operações Portuárias, poderia movimentar em Itaqui.
O limite, que é de 2,4 milhões de toneladas de soja e 90 mil toneladas de farelo de soja, objetivava atrair investidores privados para o novo terminal do Itaqui, disse Lago. A VLI, que tem a mineradora Vale como sua maior acionista, opera uma das duas ferrovias que chegam a Itaqui.
Até que o consórcio conhecido como Tegram Operações Portuárias atinja sua capacidade operacional máxima, o que está previsto para acontecer em meados de 2019, a limitação permanece, disse Lago.

RIOgaleão realiza 2º Simpósio de Segurança Operacional (Vitrine 27/10)

O RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim realizou, nesta quarta-feira (25/10), o 2º Simpósio de Segurança Operacional. O evento contou com mais de 180 participantes para debater o processo de segurança operacional do aeroporto, bem como desafios, inovações no mercado de prevenção aérea e networking. A novidade desta edição é que, além de palestras sobre segurança operacional, houve dois painéis para a discussão sobre o apron control (controle de pátio) e o gerenciamento de fauna. O número de convidados, deste ano, foi superior ao último evento, realizado em 2015, que contou com 120 pessoas. A intenção é que a reunião ocorra de forma anual.
O evento teve a presença de representantes de diferentes segmentos aéreos, como representantes da Aeronáutica, gestores de aeroportos no país, companhias aéreas, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) e o Instituto Nacional do Ambiente (INEA).
Este ano, o diretor de engenharia do RIOgaleão, Antonio Pinto, abriu e encerrou o evento contando sobre a evolução do aeroporto em infraestrutura, serviços e excelência operacional, nos últimos três anos.
“Tivemos um grande desafio, nos últimos anos, ao transformar completamente o aeroporto num terminal mais moderno, eficiente e seguro. Nos Jogos de 2016, a operação foi minuciosamente executada e tudo fluiu corretamente. O último simpósio ajudou na troca de conhecimento e o principal objetivo é que este novo evento traga mais ideias e debates para que possamos melhorar a experiência do passageiro e aperfeiçoar os nossos serviços para atrairmos mais companhias aéreas, novas rotas e frequências, trazendo mais oportunidades de aproximar o Rio com o mundo”, ressalta o executivo.
A programação do simpósio contou com dois painéis e diversas palestras ao longo do dia. As palestras foram realizadas pelo Comandante Antonio José, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sobre a “Importância do Direito Aeronáutico”; pelo tenente da Aeronáutica Lobo Júnior, que falou sobre o trabalho e as funções do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA); e Alan Veras, gerente de operações do RIOgaleão, que palestrou sobre a “Sinergia no ambiente do aeroporto”. Raul Souza, da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), discursou sobre as “ocorrências aeronáuticas envolvendo infraestruturas aeroportuárias” e Alberto Pinho, da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), debateu as obras em aeródromos.
Os painéis serão sobre o “Apron Control e suas interfaces” e o “Gerenciamento do Risco da Fauna”. O primeiro abordará o controle de pátio realizado pelo RIOgaleão, ação pioneira no país, e que será moderado pelo integrante do aeroporto, Paulo Barcellos, coordenador de operações do apron control. Entre os convidados deste painel estarão presentes Felipe Cavalcanti, gerente de airside do RIOgaleão; Rodrigo Moser, especialista em regulação da ANAC e o Tenente da Aeronáutica Adriano Melo, chefe da torre de controle do RIOgaleão. 
O segundo painel focará nos desafios e na importância da gestão dos riscos da fauna no entorno dos aeroportos. Para este debate, discursarão o coronel da Aeronáutica Rubens Henrique Balta, responsável pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA); Larissa Cunha, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em comportamento das fragatas; Fernanda Buenaga, especialista do Instituto Estadual do Ambiente (INEA); Pedro Augusto, analista de segurança operacional e coordenador da comissão Nacional de gerenciamento do risco da fauna da GOL Linhas Aéreas, e Mariana Perez, bióloga do RIOgaleão responsável pelo monitoramento e gerenciamento de fauna no aeroporto.


Boeing tem 7,4% mais entregas de aviões no 3º trimestre (Reuters 05/10)

A Boeing disse nesta quinta-feira que suas entregas subiram 7,4 por cento no terceiro trimestre, ajudadas por um aumento na demanda para seus aviões 737.
O número de aviões entregues no período subiu para 202, ante 188 um ano antes, disse a maior fabricante de aviões do mundo.
A Boeing entregou 145 aviões 737, ante 120 um ano antes.
Mas as entregas de 787 Dreamliners caíram para 35, ante 36, enquanto as entregas de 777 diminuíram para 16, ante 22.
A companhia disse que entregou um total de 554 aviões desde o início do ano e espera entregar entre 760 e 765 este ano.
A Boeing também disse que teve 127 novos pedidos para o terceiro trimestre.

Azul anuncia ampliação do hub de Recife com novos voos para Argentina e EUA (Reuters 05/10)
A companhia aérea Azul anunciou nesta quinta-feira a ampliação do hub de Recife, para oferecer novos destinos internacionais e domésticos em 2018.
As cidades argentinas de Rosário e Córdoba serão servidas com voos diretos uma vez por semana, partindo da capital pernambucana. Fort Lauderdale, na Flórida, que já recebe voos diários da Azul desde Campinas, também receberá dois voos por semana partindo de Recife.
A empresa também anunciou que pretende oferecer voos saindo de Recife para as cidades de Serra Talhada e Caruaru, no interior do Estado, logo que os aeroportos puderem receber aeronaves turboélices ATR 72, com capacidade para 70 pessoas.
A concorrente Gol anunciou recentemente a construção de um hub em Fortaleza, em parceria com a Air France-KLM, para ampliar os voos para Europa saindo da região Nordeste.
                                                   ALTA TEMPORADA
A Azul também anunciou que na alta temporada do verão 2017/18 fará a maior operação de sua história, chegando a 100 rotas diárias para 25 destinos, com oferta em janeiro do próximo 124 por cento a mais de assentos sobre um ano antes.

Produção de veículos no Brasil cai 9,2% em setembro ante agosto (Reuters 05/10)
A produção de veículos no Brasil caiu 9,2 por cento em setembro ante agosto, mas avançou 39,1 por cento sobre o mesmo mês do ano passado, para 236,9 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, informou nesta quinta-feira a associação de montadoras, Anfavea.
As vendas do mês passado somaram 199,2 mil veículos novos, queda de 8 por cento na comparação com o mês anterior e alta 24,5 cento na comparação anual, segundo a entidade.

Petrobras reduz preços de diesel e gasolina nas refinarias nesta quinta-feira (Reuters 05/10)
A Petrobras reduziu nesta quinta-feira os preços do diesel em 1,3 por cento e os da gasolina em 0,3 por cento nas refinarias, de acordo com comunicado publicado no site da estatal.
Os reajustes fazem parte da nova sistemática de preços da Petrobras, que prevê alterações quase que diárias para as cotações dos biocombustíveis.


Tempo para liberação de cargas pela Anvisa em portos e aeroportos aumenta em todo o país, segundo Monitoramento da ABRAIDI  (Vitrine 15/09)
O "Monitoramento ABRAIDI de Liberação Sanitária em PAFs - Portos, Aeroportos e Fronteiras", realizado mensalmente pela Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde, revelou um significativo aumento nos prazos para a liberação de cargas de produtos importados pela Anvisa. Em setembro, os piores cenários registrados foram no aeroporto de Congonhas e no porto de Santos/SP, com 25 dias úteis de espera. Em Guarulhos, a espera para a liberação chegou a 20 dias úteis.
A ABRAIDI ainda constatou uma deterioração nos prazos em todo o país. Segundo o Monitoramento, até nos postos onde o tempo era exíguo, a liberação de cargas agora está muito mais demorada. O conselheiro da ABRAIDI, Gil Pinho, cita, como exemplos, os aeroportos de Viracopos/SP e Brasília/DF, onde os prazos eram de 6 e 5 dias úteis, em junho, e passaram para 15 e 10 dias úteis, respectivamente, em setembro.
Os gastos com armazenagem dos produtos representaram US$ 197 milhões – cerca de R$ 615 milhões – em 2016, segundo a Aliança Brasileira da Indústria da Inovação em Saúde (ABIIS).
"Estamos muito preocupados com o cenário piorando e essa situação sendo disseminada em todo o Brasil. Nos recentes encontros em que tivemos com técnicos da Anvisa, houve o comprometimento para sanar o problema. Uma das soluções era a ampliação da liberação remota entre todos os Estados, para os produtos que só precisam de análise de documentos. Na prática, o que estamos vendo é um aumento de prazos em todo o país, muito provavelmente causado pela mudança do fluxo do processo uma vez que cada turma de fiscalização tem entendimentos próprios sobre a aplicação das resoluções da Anvisa", completa Pinho.

 

Aeroporto Galeão - RJ

Porto do Rio de Janeiro - RJ

Aeroporto Guarulhos - SP

Aeroporto Congonhas - SP

Aeroporto Viracopos - SP

Porto de Santos - SP

Aeroporto de Curitiba - PR

Aeroporto de Maringá - PR

Porto de Paranguá - PR

junho

10

10

10

7

6

14

6

2

5

setembro

10

10

20

25

15

25

10

7

7

 

Porto Fronteira de Guaíra - PR

Aeroporto de Recife - PE

Porto de Recife - PE

Porto de Suape - PE

Aeroporto de Confins - BH

Aeroporto de Brasilia - DF

Aeroporto de Porto alegre - RS

Porto Itajai - SC

junho

2

5

5

5

5

5

5

6

setembro

7

8

8

8

10

10

5

10

O "Monitoramento ABRAIDI de Liberação Sanitária em PAFs - Portos, Aeroportos e Fronteiras" é feito desde 2014. O processo de fiscalização sanitária da importação de mercadorias é manual e necessita da checagem de inúmeras informações espalhadas em fontes diferentes. O importador tem que informar códigos, descrições e número de registro, que devem ser checados um a um nos bancos de dados da Anvisa. São aferidos os números e validades das Autorizações de Funcionamento (AFE); Alvará Sanitário (Vigilância Sanitária do município aonde o importador se localiza); os nomes e endereços dos exportadores; as condições de armazenagem da carga (zonas de temperatura); os certificados de esterilização, se for o caso; os dizeres de rótulo e embalagem na língua de origem. Em alguns casos, é realizada, inclusive, uma inspeção física, com contagem e verificação da conformidade da mercadoria com os documentos de embarque e transporte.







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