1. Ao projetar um novo armazém, trabalhe com um horizonte de pelo menos
CINCO anos.
2. Dimensione o armazém em um terreno de 2 a 3 vezes maior que a área a
ser construída.
3. Evite a construção do armazém em áreas pantanosas e em terrenos porosos, arenosos e
lodosos. Além de exigir pesados investimentos na fase de estaqueamento, poderão
comprometer a estabilidade do armazém no futuro.
4.
5. Por questões de segurança, posicione a Portaria distante do armazém.
6.
7. Dimensione o número de docas pela média recebida e expedida no período de pico.
O enfoque Just-in-Time (JIT), que prioriza o fluxo dos materiais, tornou imperativo o
correto dimensionamento das docas.
8.
9.
10.
11. Considere sempre áreas de stage-in / stage-out nos armazéns. Além de permitirem uma
melhor conferência dos materiais recebidos e expedidos, diminuindo a possibilidade de
diferenças no inventário e de erros no atendimento aos Clientes, também possibilitam a
prática do cross-docking e uma maior otimização da mão-de-obra e dos equipamentos de
movimentação.
12.
13. Cuidado ao verticalizar o armazém. Estruturas que melhor aproveitam a densidade do
armazém (como drive-in, drive-through, push-back) tornam o armazém menos flexível e
reduzem a velocidade de processamento de pedidos.
14.
15.
16.
17. Evite lajes de concreto e telhas de cimento-amianto, pois a temperatura interna do
armazém poderá atingir até 50 graus Celsius em dias muito quentes. Opte por telhas
termo-acústicas do tipo sanduíche que garantem temperaturas ao redor de 25
graus.
julho/2.006
Marco Antonio Oliveira Neves,
Diretor da Tigerlog Consultoria, Hunting & Outplacement e Treinamento
em Logística Ltda
marcoantonio@tigerlog.com.br
www.tigerlog.com.br
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