O Advento de uma Nova Tecnologia: Identificação por Rádio- Freqüência

Palavras Chave: RFID. Etiquetas. Tecnologia. Privacidade. Redução de custos.

1. INTRODUÇÃO
O alto investimento em pesquisas, por parte desde empresas até governos em nível mundial, na área tecnológica trouxe para nossa época atual um status de desenvolvimento neste campo incomparável com qualquer outro momento. A velocidade com que novas ferramentas são criadas e novas possibilidades surgem exigem das empresas e da sociedade uma flexibilidade para adaptação cada vez mais rápida.
O sistema RFID é mais uma ferramenta que, aliado com o desenvolvimento tecnológico, se tornou uma realidade e também uma possibilidade de ser implantado nas mais diversas áreas.
O objetivo do presente artigo é primeiramente fazer uma breve descrição sobre o que é o RFID, algumas de suas características e aplicabilidades. No segundo momento serão mostrados alguns casos práticos, como empresas e instituições utilizam, ou esperam utilizar, a tecnologia em suas atividades. Por último, serão apresentadas algumas críticas ao RFID, decorrentes de sua possibilidade de invasão de privacidade, que têm provocado receios por parte de alguns grupos da sociedade. 

2. O QUE É O RFID
O RFID (Radio Frequency Identification), ou identificação por rádio freqüência, é uma tecnologia que possui objetivo e utilidade similar ao código de barras.
Segundo AIM (2005), o seu sistema de funcionamento é composto por três elementos: uma antena, um leitor (similar ao do caixa de um supermercado) e um transmissor (correspondente à etiqueta do produto a ser identificado).

A antena, localizada na etiqueta, recebe os sinais eletromagnéticos emitidos pelo leitor e, por sua vez, envia as informações que possui armazenada. Diferente dos códigos de barra convencionais, que exigem um contato direto entre o código impresso e o leitor (scanner), o sistema via sinais eletromagnéticos possibilita a identificação à distância.
 Há dois tipos de etiquetas: as ativas e as passivas. As ativas possuem uma bateria cuja energia permite que ela se comunique com o receptor, enquanto que as passivas obtêm energia através do campo eletromagnético criado pela antena. As passivas possuem um raio de funcionamento menor do que as ativas, porém, por não precisarem de bateria, as mesmas possuem uma vida praticamente infinita.
Os sistemas de RFID são classificados pelo seu raio de freqüência, onde os de baixa freqüência possuem entre 30 KHz a 500 KHz e tem menor custo, porém um raio de leitura menor. Já os de alta freqüência (de 850 MHz a 950 MHz e de 2.4 GHz a 2.5 GHz) oferecem leitura rápida em distâncias de até 30 metros e, obviamente, são mais caros.
Segundo The RFID Gazette (2005), a maior utilização dessa tecnologia hoje é no rastreamento de produtos na cadeia de suprimentos, já que os elementos que compõem a mesma, desde a fabrica aos responsáveis pelo estoque e varejistas, têm condições de levantar o local e as condições gerais de determinado suprimento em um dado momento.
O objetivo das empresas detentoras dessa tecnologia é que esta passe a substituir o código de barra, já que possui benefícios que nunca poderiam ser atingidos com o sistema convencional, a saber:


a) as etiquetas de RFID podem ser lidas a distâncias maiores, assim como podem ler produtos que não estejam ao seu alcance visual. A exemplo, é possível identificar os produtos dentro de um caminhão quando este passa por um portão, não sendo necessário seu descarregamento. Conseqüentemente, existe o ganho de velocidade, enquanto o código de barras exige o escaneamento de um produto de cada vez, um leitor de RFID pode ler centenas de etiquetas ao mesmo tempo, o que acelera bastante os processos de carregamento e de entrega. Desta forma, os ganhos logísticos são imensos, tanto para as empresas quanto para o consumidor, já que, assim como a empresa ganha praticidade, produtividade e tempo ao receber um novo suprimento necessário, os clientes de um supermercado, por exemplo, não precisam descarregar todo o seu carrinho e depois enchê-lo novamente ao efetura suas compras, bastando apenas passar por uma antena que lerá todas as suas mercadorias, o que aumenta a qualidade do serviço prestado ao se agilizar o processo de compra e reduzir filas;

b) as etiquetas podem não apenas ser lidas como também é possível armazenar informações nela, o que pode trazer grande benefício em tarefas de manutenção e para se saber o status de determinada atividade (AIM, 2005);

c) um objeto etiquetado com essa tecnologia pode ser rastreado em qualquer lugar do mundo, desde que este lugar tenha um leitor a alcance;


d) as etiquetas podem ser ótimas geradoras e transmissoras de informações aos administradores, por poderem armazenar e transmitir informações sobre as condições dos produtos e sua localização. Isso melhora o fluxo de informações e o planejamento, como por exemplo, no caso de atraso de uma mercadoria, é possível saber mais eficientemente sobre seu paradeiro;

Segundo InkSure (2005), o maior empecilho para as empresas de fato adotarem a nova tecnologia é o seu preço, de U$0,20 a U$0,40 por etiqueta, contra o U$0,001 de uma etiqueta de código de barras. Entretanto, diversas empresas estão trabalhando em pesquisa e desenvolvimento buscando um menor custo para as novas etiquetas, e não tardou para a empresa InkSure divulgar no dia 01/06/2005, que acaba de patentear 2 novas tecnologias de etiquetas de rádio freqüência sem chip que podem ser impressas em produtos por um custo de U$0,01.
Com o custo praticamente derrotado, parece que agora é tudo uma questão de tempo para a nova tecnologia realmente invadir o mundo. Enquanto isso, o desenvolvimento da mesma continua buscando maior capacidade de memória nas etiquetas, maior raio de leitura, processamento mais rápido e, claro, ainda menores custos.

3. CASOS PRÁTICOS
Diferentes segmentos de mercado têm visualizado possíveis benefícios e utilidades práticas do RFID. Entre elas, pode-se destacar a facilidade de se fazer inventários e controlar estoques, sendo possível saber a localização exata de cada mercadoria, diminuindo drasticamente o tempo empregado no recebimento e na catalogação dos produtos e na sua saída.
ROBERTI (2005) traz o caso do Jacobi Medical Center, localizado em Nova Iorque, que está utilizando a tecnologia em pulseiras e em pequenos computadores visando a um melhor armazenamento de dados e controle de medicamentos, garantindo maior exatidão dessas informações. Isso permite aos funcionários dedicar mais tempo no atendimento aos pacientes. Imagina-se que quando estiver devidamente instalado, o sistema possa chegar a economizar U$1 milhão anualmente.
Outros hospitais estão usando a tecnologia para rastrear objetos, como cadeira de rodas, e para garantir a segurança dos pacientes. É claro que os hospitais também pensam em utilizá-la em sua cadeia de suprimentos, tendo um melhor controle de suas compras e de seu inventário.
O uso do RFID também é interesse de alguns governos, Alemanha visa colocar o sistema em seu novo passaporte, o que deve ocorrer a partir de 1º de novembro de 2005. O passaporte será válido por 10 anos e a etiqueta conterá a foto do dono do passaporte e as impressões digitais de seus dedos indicadores esquerdo e direito. A razão para adotarem o RFID, segundo o Escritório de Segurança Alemão, é que os chips tradicionais não são feitos para durar 10 anos e que os passaportes não cabem em um chip ou em um cartão de leitura, logo o RFID seria a tecnologia mais indicada (BLAU, 2005).
A empresa Unisys Corp and SupplyScape Corp, por sua vez, busca conseguir rastrear remédios dentro cadeia de suprimentos, visando combater o mercado de remédios falsificados. A empresa busca em especial rastrear o produto Oxycontin, um narcótico com grandes efeitos analgésicos, que pode causar dependência. Nos últimos anos, esse remédio tem se tornado alvo de muitos viciados os quais buscam obter receitas falsas. Espera-se que o rastreamento desses remédios comece em julho de 2005 (WEIL, 2005).
MURPHY (2005) afirma que o custo até então elevado do RFID tem levado a Wall-Mart a não etiquetar todos os produtos que recebe em seu centro de distribuição, ao invés disso, a identificação é feita em uma parte de cada lote recebido, para assim poder rastrear os mesmos durante o processo de distribuição.
Tanto a Wall-mart quanto a Levi's buscam utilizar a tecnologia no sentido de controlar melhor o estoque, sabendo-se o que está em falta, com melhores previsões de venda e de necessidades de reposição.
Já a Gillette está utilizando a tecnologia com o objetivo de verificar os resultados de suas políticas de marketing e se as datas de entrega estão condizendo com o que foi planejamento. Por exemplo, se foi feita uma maior divulgação de um produto da Gillette em um canal de TV em certa cidade, a empresa buscaria ver pelo RFID se as mercadorias chegaram no supermercado da cidade até o dia da publicidade, e, da mesma maneira, se houve nesse dia uma maior venda de seu produto.

4. PONTOS CRÍTICOS

Como toda inovação tecnológica, há sempre aqueles que resistem à mudança, o que não seria diferente no caso do RFID, tecnologia que tem sido alvo de demasiadas críticas pela possibilidade de ser utilizada no rastreamento de produtos e até mesmo de pessoas, o que, segundo seus críticos, desrespeitaria o direito à privacidade.
Uma das aplicabilidades do RFID é que as etiquetas podem ser colocadas em roupas ou até mesmo sob a pele de pessoas. Afinal, se a etiqueta continuar ativa após a compra do produto, os administradores deteriam informações detalhadas sobre o que se passa com cada produto após a sua saída da loja. Isso aumentaria o seu conhecimento sobre o comportamento do consumidor por um lado, mas ameaçaria o direito do indivíduo à sua privacidade.
A mobilização para que o RFID não prejudique a privacidade das pessoas já começou. A CASPIAN (Consumers Against Supermarket Privacy Invasion and Numbering), mantenedora do site www.spychips.com, o qual possui artigos sobre os malefícios da nova tecnologia, busca implantar uma lei federal nos Estados Unidos, a RFID Right to Know Act, a qual visa que seja divulgado clara e abertamente todos os produtos que utilizam essa tecnologia e informações detalhadas a seu respeito (SPYCHIPS WEBSITE, 2005).
Para Levinson (2005), a maioria dos administradores não se importa com essas questões de invasão de privacidade, pois pode-se desativar a etiqueta após esta ter servido ao seu propósito, e a maioria das etiquetas só pode ser lida a um raio de até 3 metros. Porém, entra em jogo até que ponto os clientes confiam nesses argumentos e o que o desenvolvimento da tecnologia tragará para o futuro, já existe a idéia de um dia haver leitores de RFID espalhados por vários cantos.
Katherine Albrecht, diretora da CASPIAN, de acordo com Levinson (2005), afirma que os leitores podem ser escondidos, logo os objetos que as pessoas utilizam podem ser rastreados sem a autorização do consumidor.

Em uma pesquisa feita pelo Auto-ID Center, no MIT, 78% das pessoas entrevistadas concordaram com a posição da CASPIAN. Ou seja, as empresas devem se preparar com a ética ao utilizar a nova tecnologia.
A rede de supermercados britânica Marks & Spencer está ativando o seu sistema com o auxilio da CASPIAN, para não sofrer com problemas em perda de vendas por rejeição de seus clientes. A idéia da rede é de utilizar leitores portáteis ativados apenas quando a loja fecha, por exemplo, para verificação rápida do estoque, e não colocá-los em locais públicos, como em prateleiras da loja, não ocorrendo nenhum tipo de monitoração direta com o cliente.
No dia 28 de fevereiro de 2004, houve um protesto em Rheinberg, na Alemanha, em frente a um supermercado da rede Metro AG. Os manifestantes andavam com placas com os escritos "Pare com o RFID" , e "1984 Orwell, 2004 Metro". A preocupação dos manifestantes era com chips escondidos em cartões de fidelização e em produtos como as lâminas da Gillette e artigos da Procter & Gamble. Após o protesto, a rede de supermercados divulgou que ia desistir de testar cartões de fidelização com chips de RFID, assim como se comprometeu a trocar os 10.000 cartões com a tecnologia, que já estavam sendo usados, por cartões com código de barra (BLACK, 2005).
O mesmo artigo mostra que a Wall-Mart e a Benetton, depois dos apelos de Katherine Albrecht, anunciaram que iriam utilizar o RFID apenas em controle de estoques, para mantê-lo afastado de suas lojas.
Chega-se então a uma conclusão, como descrito no próprio artigo, que o RFID é bom para os pallets, mas não para pessoas.

Diversas leis estão sendo criadas, como a de Utah House of Representatives, que pede que produtos com a tecnologia sejam devidamente rotulados avisando aos consumidores.
Além de empresas, há um outro setor que pode vir a empregar a tecnologia de forma não muito respeitosa: o próprio governo. De acordo com McCullagh (2005), há 13 grandes agências do governo americano que já estão usando ou planejando utilizar o RFID, e apenas uma dela diz ter percebido algum tipo de riscos a privacidade nas pessoas envolvidas.
Uma resposta muito inteligente dada para se garantir os benefícios do RFID aliado à segurança e à confiabilidade foi dada por Juels (2005), o autor sugere que esta tecnologia seja implantada juntamente com a já existente EAS ( Electronic article surveillance), referente aos dispositivos hoje utilizados em muitas lojas como prevenção a roubos. Estes são desativadas no caixa no momento em que o cliente efetiva a compra, ao passar o dispositivo em um campo desmagnetizador; caso não o faça, a mercadoria, ao passar pela porta de saída da loja, desperta um alarme. Se as duas tecnologias fossem utilizadas em combinação, a confiança dos clientes poderia ser conquistada, pois o produto não estaria mais ativado pelo RFID depois de efetuada a compra e seu poder de rastreamento estaria desativado.

5. CONCLUSÃO

Constata-se que os clientes contrários à utilização do RFID o são em decorrência da possibilidade de ter sua privacidade comprometida, em decorrência disso, são cada vez mais freqüentes pesquisas que objetivem o desenvolvimento da tecnologia de modo a não instigar nos clientes a possibilidade de terem suas vidas monitoradas.
As empresas não podem verificar todos os benefícios decorrentes da tecnologia sem levar em consideração a posição de seus clientes finais em relação a ela, pois são eles que irão determinar o sucesso da organização utilizando ou não o sistema. Se as empresas não se precaverem e leis pesadas entrarem em funcionamento, muitas delas poderão perder boa parte do seu dinheiro investido ao não respeitar critérios reguladores.
Se pensarmos em clássicos como "1984" e "Admirável Mundo Novo" , podemos achar difícil confiar em empresas ao afirmarem ter como objetivos simplesmente obter informações acerca do deslocamento de seus produtos, e não acerca de seus consumidores, ainda mais em anos de alta competitividade, onde a mente e a atenção do cliente é o objetivo da batalha.
Os benefícios para as empresas são indiscutíveis, mas deve-se cuidar para que os interesses dos clientes também sejam levados em consideração, com o intuito de não prejudicá-los.
Ondas antiéticas em empresas vêm ocorrendo dia após dia, seja em casos de manipulação de dados contábeis, como ocorrido com a Enron, ou de diversas empresas que possuem fábricas da Ásia em condições extremamente desfavoráveis, sobre as quais não muito foi feito e que a maioria do grande publico não tem grande conhecimento. Com todas essas ocorrências, fica difícil pensar que a massa dos clientes realmente fique ciente do que está acontecendo a não ser por uma divulgação das próprias empresas, e que então estes clientes possam, com consciência, escolher os seus produtos.
Quando falamos desse cuidado, não estamos mais falando apenas do RFID, mas de outras tecnologias como o GPS ( Global Position System), que possibilita o rastreamento de todos, afinal, não se deve apenas temer o RFID em si, mas todas as tecnologias que compartilhem dos mesmos temores de desrespeito à privacidade.

Todavia, apenas agora, com as novas patentes trazendo o barateamento da tecnologia, poderemos ver o que as empresas realmente estão planejando com o RFID, sendo de indiscutível necessidade a velocidade com que as manifestações e as leis terão para ser implantadas.

6. RECOMENDAÇÕES ÀS ORGANIZAÇÕES

Conforme abordado no artigo, a utilização da tecnologia RFID trouxe para alguns segmentos da sociedade o receio na utilização da mesma decorrente da possibilidade de as pessoas terem sua privacidade ameaçada. Por outro lado, também fica evidente que o uso do RFID é uma realidade e, pelo que parece, será inevitável sua presença em supermercados ou lojas próximos a nossas casas.
Analisando essa situação aparentemente conflitante, sugerimos que a tecnologia RFID é mais uma variável do ambiente externo das organizações que podem ser encaradas como oportunidade ou ameaça. O sucesso da utilização da mesma pelas organizações será uma realidade àquelas que saberem usá-las de acordo com o interesse de seus clientes e da sociedade em geral.
Nesse sentido, acreditamos ser de fundamental importância que, antes de se implantar efetivamente o RFID, as organizações busquem conhecer quais são as necessidades e quais os receios de seus clientes com o uso da tecnologia. Dessa forma, será possível utilizar o RFID não como uma ferramenta ameaçadora aos usuários dos produtos da mesma, mas como um diferencial competitivo.   

REFERÊNCIAS

AIM. Association for Automatic Identification and Mobility. Disponível em: <http://www.aimglobal.org/technologies/rfid/what_is_rfid.asp>. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

BLACK, J. Shutting Shopping Bags to Prying Eyes. Business Week online. Disponível em: <http://www.businessweek.com/technology/content/mar2004/tc2004035_8506_tc073.htm>. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

BLAU, J. Germany plans passports with biometric data in November. Computerworld. Disponível em: <http://www.computerworld.com/securitytopics/security/story/0,10801,102177,00.html >. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

INKSURE patents technology for chipless RFID tags. Food Production Daily. Disponível em: < http://www.foodproductiondaily.com/news/news-ng.asp?n=60410-inksure-patents-technology>. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

JUELS, A. A Bit of Privacy. RFID Journal. Disponível em: < http://www.rfidjournal.com/article/articleview/1536/1/82/>. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

LEVINSON, M. Customers to Retailers: Take Us Seriously. CIO. Disponível em: <http://www.cio.com/archive/120103/retail_sidebar_2.html>. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

MACCULLAGH, D. US government ignoring RFID risks. ZDNet UK. Disponível em:  < http://news.zdnet.co.uk/communications/wireless/0,39020348,39201074,00.htm>. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

MURPHY, C. Real-World RFID: Wal-Mart, Gillette, And Others Share What They're Learning. InformationWeek. Disponível em: <http://informationweek.com/story/showArticle.jhtml?articleID=163700955&_loopback=1 >. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

ROBERTI, M. The Healthcare Equation. RFID Journal. Disponível em: <http://www.rfidjournal.com/article/articleview/1563/1/2/>. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

SPYCHIPS WEBSITE. Disponível em: < http://www.spychips.com/what-is-rfid.html>. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

THE RFID GAZETTE. The Future Is Here: A Beginner's Guide to RFID. RFid Gazette Disponível em: < http://www.rfidgazette.org/2004/06/rfid_101.html>. Acesso em: 11 de jun de 2005.

 

WEIL, N. Companies announce RFID drug-tracking project. Computerworld. Disponível em: <http://www.computerworld.com/industrytopics/healthcare/story/0,10801,102142,00.html >. Acesso em: 11 de jun de 2005.


junho/2.005

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